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		<title>Wiki DAINF - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
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				<updated>2010-11-11T10:44:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécnico não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, manutenção do equipamento e controle de luz ambiente, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS, pois ainda não havia as ferramentas e equipamentos necessários para a montagem do experimento final, ou, pelo menos, parte dele. A aquisição da substância para o experimento (CS2) está confirmada, graças ao professor Arandi, grande colaborador externo com o projeto. Porém, os primeiros testes foram feitos com NaCl aquoso (sal de cozinha), que também gera resultados (mas não tão significativo quanto o CS2), pois a quantidade de dissulfeto de carbono adquirido é pequena e a equipe prefere poupá-lo para a versão final do experimento. Os resultados obtidos com a solução de NaCl foram animadores, embora o experimento parcial tenha sido feito na base de um certo improviso. A equipe conseguiu a rotação de 2 graus do plano de polarização do laser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28/10''' - A equipe novamente se reúne para o desenvolvimento do experimento, desta vez após o horário de aula. Os resultados qualitativos parecem ser mais animadores do que no dia anterior, pois havia sido descoberto que as contas anteriores estavam erradas, e a rotação que foi obtida foi menor do que 2 graus. O material pedido para o departamento de física não havia chegado às nossas mãos, de modo que continuamos no improviso dos materiais do almoxarifado do DAFIS. Foi descoberto que o LDR estava com uma certa disparidade no funcionamento, então a equipe resolveu trocar esta parte do equipamento eletrônico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/10''' - O LDR e o arduíno são calibrados de acordo com o novo LDR. Este mostra mais estabilidade nos valores obtidos. A equipe ainda não obtém o material encomendado, pois não havia quem fosse buscar da universidade (já que foi comprado com o apoio financeiro do DAFIS), então as análises continuaram como no dia anterior. Desta vez, tentamos utilizar uma luz branca, entretanto ela não estava colimada (com os raios direcionados como o laser utilizado anteriormente), e a utilização desta foi descartada. A novidade seria o possível uso da substância CS2, entregue neste dia para a equipe. Entretanto, devido ao material improvisado pela equipe para armazenar a substância, não foi possível manejar a mesma, pois a equipe estava utilizando uma pipeta cortada com as extremidades fechadas por uma pequena lâmina de vidro fixada por massa epóxi, e o composto endurece a massa com o mínimo contato, assim, não sendo possível a fixação da segunda extremidade da pipeta sem que entrasse algum vestígio incômodo de ar. Outro fator de a equipe ter deixado de manejar o composto temporariamente foi o fato de um integrante ter tido uma reação momentânea no manuseio da substância, mesmo sendo feito o processo dentro de uma capela emprestada do laboratório de Química e do uso de luvas e seringa para auxílio. Assim, devido ao pouco tempo para a entrega da monografia e ao fato de a equipe não ter o material para o experimento final, os registros da monografia estarão com os testes parciais, e não com a montagem final do experimento e, devido a este pouco tempo, a equipe decidiu que a análise do efeito Faraday será apenas qualitativa ao invés de quantitativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''30/10 - 2/11''' - Período de feriado, e a equipe não tem como dar andamento ao experimento sem o material, então o tempo livre foi dedicado à monografia final do projeto, mesmo com os testes parciais sem o material adequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3/11''' - Entrega da monografia final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5/11''' - O material pedido ainda não foi obtido, de modo que ainda não haviam ido comprá-lo, como a equipe havia pensado. O material não pôde ser adquirido, pois, segundo a pessoa que havia ido comprá-lo, o estabelecimento não aceitava o cartão do Departamento de Física, de modo que os produtos só poderiam ser adquiridos através deste cartão. Como o tempo já estava escasso, a equipe desiste da aquisição do material em algum outro estabelecimento, pois além do material, seria necessária a confecção do solenóide que levaria muito tempo, assim, a pesquisa continuará com o material que havia sido utilizado anteriormente, com as experiências parciais. Mesmo com a entrega da monografia final apenas com os testes parciais (com o material improvisado, além da utilização apenas da solução de NaCl), as pesquisas continuam e ainda será realizada a experiência com o CS2, posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
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				<updated>2010-11-03T01:28:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécnico não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, manutenção do equipamento e controle de luz ambiente, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS, pois ainda não havia as ferramentas e equipamentos necessários para a montagem do experimento final, ou, pelo menos, parte dele. A aquisição da substância para o experimento (CS2) está confirmada, graças ao professor Arandi, grande colaborador externo com o projeto. Porém, os primeiros testes foram feitos com NaCl aquoso (sal de cozinha), que também gera resultados (mas não tão significativo quanto o CS2), pois a quantidade de dissulfeto de carbono adquirido é pequena e a equipe prefere poupá-lo para a versão final do experimento. Os resultados obtidos com a solução de NaCl foram animadores, embora o experimento parcial tenha sido feito na base de um certo improviso. A equipe conseguiu a rotação de 2 graus do plano de polarização do laser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28/10''' - A equipe novamente se reúne para o desenvolvimento do experimento, desta vez após o horário de aula. Os resultados qualitativos parecem ser mais animadores do que no dia anterior, pois havia sido descoberto que as contas anteriores estavam erradas, e a rotação que foi obtida foi menor do que 2 graus. O material pedido para o departamento de física não havia chegado às nossas mãos, de modo que continuamos no improviso dos materiais do almoxarifado do DAFIS. Foi descoberto que o LDR estava com uma certa disparidade no funcionamento, então a equipe resolveu trocar esta parte do equipamento eletrônico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/10''' - O LDR e o arduíno são calibrados de acordo com o novo LDR. Este mostra mais estabilidade nos valores obtidos. A equipe ainda não obtém o material encomendado, pois não havia quem fosse buscar da universidade (já que foi comprado com o apoio financeiro do DAFIS), então as análises continuaram como no dia anterior. Desta vez, tentamos utilizar uma luz branca, entretanto ela não estava colimada (com os raios direcionados como o laser utilizado anteriormente), e a utilização desta foi descartada. A novidade seria o possível uso da substância CS2, entregue neste dia para a equipe. Entretanto, devido ao material improvisado pela equipe para armazenar a substância, não foi possível manejar a mesma, pois a equipe estava utilizando uma pipeta cortada com as extremidades fechadas por uma pequena lâmina de vidro fixada por massa epóxi, e o composto endurece a massa com o mínimo contato, assim, não sendo possível a fixação da segunda extremidade da pipeta sem que entrasse algum vestígio incômodo de ar. Outro fator de a equipe ter deixado de manejar o composto temporariamente foi o fato de um integrante ter tido uma reação momentânea no manuseio da substância, mesmo sendo feito o processo dentro de uma capela emprestada do laboratório de Química e do uso de luvas e seringa para auxílio. Assim, devido ao pouco tempo para a entrega da monografia e ao fato de a equipe não ter o material para o experimento final, os registros da monografia estarão com os testes parciais, e não com a montagem final do experimento e, devido a este pouco tempo, a equipe decidiu que a análise do efeito Faraday será apenas qualitativa ao invés de quantitativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''30/10 - 2/11''' - Período de feriado, e a equipe não tem como dar andamento ao experimento sem o material, então o tempo livre foi dedicado à monografia final do projeto, mesmo com os testes parciais sem o material adequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-11-03T01:24:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécnico não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, manutenção do equipamento e controle de luz ambiente, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS, pois ainda não havia as ferramentas e equipamentos necessários para a montagem do experimento final, ou, pelo menos, parte dele. A aquisição da substância para o experimento (CS2) está confirmada, graças ao professor Arandi, grande colaborador externo com o projeto. Porém, os primeiros testes foram feitos com NaCl aquoso (sal de cozinha), que também gera resultados (mas não tão significativo quanto o CS2), pois a quantidade de dissulfeto de carbono adquirido é pequena e a equipe prefere poupá-lo para a versão final do experimento. Os resultados obtidos com a solução de NaCl foram animadores, embora o experimento parcial tenha sido feito na base de um certo improviso. A equipe conseguiu a rotação de 2 graus do plano de polarização do laser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''28/10''' - A equipe novamente se reúne para o desenvolvimento do experimento, desta vez após o horário de aula. Os resultados qualitativos parecem ser mais animadores do que no dia anterior, pois havia sido descoberto que as contas anteriores estavam erradas, e a rotação que foi obtida foi menor do que 2 graus. O material pedido para o departamento de física não havia chegado às nossas mãos, de modo que continuamos no improviso dos materiais do almoxarifado do DAFIS. Foi descoberto que o LDR estava com uma certa disparidade no funcionamento, então a equipe resolveu trocar esta parte do equipamento eletrônico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/10''' - O LDR e o arduíno são calibrados de acordo com o novo LDR. Este mostra mais estabilidade nos valores obtidos. A equipe ainda não obtém o material encomendado, pois não havia quem fosse buscar da universidade (já que foi comprado com o apoio financeiro do DAFIS), então as análises continuaram como no dia anterior. Desta vez, tentamos utilizar uma luz branca, entretanto ela não estava colimada (com os raios direcionados como o laser utilizado anteriormente), e a utilização desta foi descartada. A novidade seria o possível uso da substância CS2, entregue neste dia para a equipe. Entretanto, devido ao material improvisado pela equipe para armazenar a substância, não foi possível manejar a mesma, pois a equipe estava utilizando uma pipeta cortada com as extremidades fechadas por uma pequena lâmina de vidro fixada por massa epóxi, e o composto endurece a massa com o mínimo contato, assim, não sendo possível a fixação da segunda extremidade da pipeta sem que entrasse algum vestígio incômodo de ar. Outro fator de a equipe ter deixado de manejar o composto temporariamente foi o fato de um integrante ter tido uma reação momentânea no manuseio da substância, mesmo sendo feito o processo dentro de uma capela emprestada do laboratório de Química e do uso de luvas e seringa para auxílio. Assim, devido ao pouco tempo para a entrega da monografia e ao fato de a equipe não ter o material para o experimento final, os registros da monografia estarão com os testes parciais, e não com a montagem final do experimento e, devido a este pouco tempo, a equipe decidiu que a análise do efeito Faraday será apenas qualitativa ao invés de quantitativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-10-28T00:58:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Qualificação: Introdução */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltar para [[2010bEquipe09]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
O fato de haver pouca infra-estrutura informatizada na área de Física levou a equipe a utilizar equipamentos simples já desenvolvidos em projetos anteriores para o desenvolvimento do aparato abordado. Assim, unificou-se a habilidade já realizada por outras equipes com a idéia atual, sem a necessidade de redundâncias para o desenvolvimento de tecnologias semelhantes para um mesmo fim, mantendo o objetivo principal possível de ser realizado no tempo disponível para estudo, pesquisa, construção e apresentação bem-sucedida deste projeto.&lt;br /&gt;
Com a realização do aparato, a equipe diminuirá a carência de equipamentos para o estudo e observação de fenômenos relacionados com a matéria de Física IV, podendo, assim, com certa aquisição de recursos financeiros, ser possível a ampliação destes equipamentos, objetivando um menor gasto para a eficiência do ensino da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
No início do ano de 1791, em meio aos desdobramentos da Revolução Francesa e com a crise do comércio agravando a situação econômica na Inglaterra, James Faraday viu-se obrigado a deixar a vila de Outhgill, na região noroeste da Grã-Bretanha, e seguiu com sua família para Londres. À época, James Faraday tinha já dois filhos, Elisabeth e Robert, e trazia sua esposa, Margaret Hastwell, grávida de poucos meses. (BALDINATO, 2009, p.32)&lt;br /&gt;
Michael Faraday começou a trabalhar ainda durante a infância. Aos quatorze anos ele foi admitido como aprendiz de encadernador, depois de um período prestando pequenos serviços de entregas e recados para a livraria do Sr. George Riebau. (BALDINATO, 2009, p.33) Fato, este, que foi essencial para o início de seu aprendizado.&lt;br /&gt;
Em suas tarefas, Faraday, que lia vários livros da primeira à última página, acabou tendo seu interesse científico despertado em sua juventude. Faraday também realizava várias experiências simples que encontrava nos livros que lia, aprimorando sua técnica e pesquisa científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os livros foram apenas o breve começo de sua jornada científica. Faraday, então, começou a assistir aulas, palestras e conferências, entre elas, as do químico Humphry Davy, um dos mais famosos da época como conferencista. (CROPPER, 2009, p.138) Humildemente, Faraday pediu um emprego para Davy, após o emprego na livraria. Davy o contratou como secretário, inicialmente, depois o promovendo para assistente em suas pesquisas. Logo que iniciou seu aprendizado científico, Faraday acompanhou Davy em uma viagem pela Europa, na qual acabou conhecendo vários cientistas da época, como Alessandro Volta, André-Marie Ampère, e Joseph Gay-Lussac.&lt;br /&gt;
Entre suas tarefas científicas, Faraday fazia conferências sobre Química, utilizando o conhecimento obtido com Davy. Através de suas pesquisas em eletroquímica, Faraday conseguiu obter cloro líquido, descobriu o benzeno e as leis da eletrólise. &lt;br /&gt;
Porém, seu destaque científico fica na área do eletromagnetismo. Por exemplo, em 1821, a demonstração de Hans Christian Oersted com eletricidade e magnetismo mostrou que há interação entre um fio que passa corrente elétrica e um imã. Faraday, no mesmo ano, comprovou este fenômeno, publicou-o, e ainda realizou um experimento fazendo a interação do fio com o magnetismo terrestre. Outra grande descoberta foi a possível conversão de energia mecânica em elétrica (dínamo). &lt;br /&gt;
As descobertas e pesquisas de fenômenos eletromagnéticos de Michael Faraday trouxeram à Física um novo marco histórico, atualmente conhecido como Física Moderna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande parte de sua vida voltou-se ao estudo da indução eletromagnética e suas aplicações. Faraday era um homem forte por natureza, mas enfraqueceu-se tragicamente por uma “doença ligada à cabeça”, em suas próprias palavras (CROPPER, 2009, p.144). Mesmo jovem, Faraday tinha problemas de memória e, com o passar do tempo, dores de cabeça e depressão assolaram sua situação. Devido a seus problemas com a saúde, o cientista precisou se distanciar por um tempo de suas pesquisas e análises laboratoriais. &lt;br /&gt;
Entretanto, após receber uma carta de William Thomson, um estudante de Cambridge, Faraday voltou ao laboratório para analisar o que seria uma de suas maiores descobertas. Na carta, Thomson fala sobre um fato já conhecido por Faraday, o efeito de campo elétrico em dielétricos, e especulou se este campo interagiria com a polarização da luz que passasse pelo dielétrico. (CROPPER, 2009, p.144)&lt;br /&gt;
O fenômeno de polarização da luz já era conhecido há anos. Após cerca de dez anos da carta de Thomson, Faraday tentou detectar alguma interferência no plano de polarização de um raio de luz que passasse pelo dielétrico carregado. Entretanto, após várias tentativas modificando o experimento, não obteve sucesso. Porém, ao mudar o campo elétrico por um forte campo magnético, Faraday conseguiu o resultado que esperava.&lt;br /&gt;
Por volta de 1845, Faraday preparou uma série de experiências baseadas em sua análise anterior. No lugar do dielétrico que havia utilizado, ele tentou vários tipos de cristais e vidros diferentes, variou o campo magnético e as posições dos pólos, mas ainda não obteve sucesso como pretendia. Quando ele experimentou utilizar um vidro lead que havia desenvolvido cerca de quinze anos antes, o momento de glória chegou. Em suas próprias palavras, no diário que mantinha em suas experiências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Um pedaço de heavy glass, que tem 2x1,8 polegadas e 0,5 polegada de espessura, sendo um sal de chumbo, polido em suas extremidades foi utilizado. Não houve efeito quando os mesmos pólos magnéticos ou os pólos contrários estavam em lados opostos (utilizando como base os raios de luz polarizada) – nem quando os pólos estavam do mesmo lado, com a corrente constante – MAS, quando os pólos magnéticos opostos estavam do mesmo lado, houve uma interferência produzida na luz polarizada, e então, foi provado que a força magnética e a luz têm uma relação interativa. Este fato, provavelmente provará quão férteis são e o grande valor das investigações de ambas as condições das forças naturais.”'' (CROPPER, 2009, p.145)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, Faraday comprovou a íntima relação entre ondas magnéticas e as ondas de luz, que são minúsculas ondas eletromagnéticas. Estes pequenos circuitos, existência do qual Ampère já sugeria, são interpretados como a rotação dos elétrons em volta do núcleo atômico. Considerando dois átomos idênticos colocados num campo magnético em que um deles gira no sentido horário e outro no anti-horário, um deles vai direcionar a força do átomo diretamente para o centro (sentido horário) e outro fará o contrário. Então, no primeiro caso, o raio do elétron diminuirá e a freqüência de rotação aumentará, enquanto no segundo caso, ocorrerá o contrário. Este efeito de comportamento atômico entre horário e anti-horário afetará a propagação eletromagnética (luz) através do material em que ela está sendo incidida, ou seja, o resultado do “efeito Faraday”. (GAMOW, 1961, p.148)&lt;br /&gt;
Persuadido pelo resultado que obteve entre a interação destes dois fenômenos naturais, Faraday tentou estabelecer uma relação entre as forças eletromagnéticas e as forças da gravidade. Por volta de 1850, ele escreveu em seu diário: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Gravidade. Certamente esta força deve ser capaz de ter uma relação experimental com a eletricidade, magnetismo e outras forças, que possam ser recíprocas e equivalentes em efeito.”&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, ele não conseguiu nenhum resultado positivo com seus experimentos, mas não desistiu de sua teoria, mesmo não tendo nenhuma prova concreta. &lt;br /&gt;
Um século depois outro cientista tentou validar a teoria de Faraday, mas também sem sucesso. Entretanto, assim como Faraday, Albert Einstein faleceu sem ser capaz de cumprir esta tarefa. (GAMOW, 1961, p. 149)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
No ensino da Física, tanto no ensino médio quanto na graduação, os experimentos de física são de fundamental importância para a compreensão de certos fenômenos. Tais experimentos são realizados com o intuito de constatar o que é estudado em teoria, visando, de forma didática, mostrar o que realmente acontece em situações vistas de forma hipotética. É essencial que uma instituição que ofereça cursos de graduação como Bacharelado em Física e vários tipos de Engenharias, que têm como base a Física, tenha uma estrutura munida de laboratórios apropriados para as experiências relacionadas às diversas áreas da Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na área da informática, a aquisição de novos recursos relacionados à física experimental pode ser feita através do uso de softwares livres. Isso vem sendo feito cada vez mais para ampliar o acesso, que se tratando de instituições públicas deve ser amplo e aberto. Quanto aos materiais utilizados em laboratórios de universidades, para experiências, procura-se ao máximo desenvolve-los nas próprias instituições, procurando um baixo custo e eficiência. Alguns experimentos tornam-se inviáveis por conta dos recursos necessários para que possam ser realizados. É constante a tentativa de encontrar novas soluções que possam viabilizar tais experimentos. Constantemente trabalhos são acrescentados por parte dos alunos, que buscam aprender com desenvolvimento de tais experimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aluno que passa estudar a física teórica tanto não pode se prender a situações hipotéticas na resolução de problemas, quanto a situações reais no estudo de fenômenos físicos. A importância da didática no estudo da física está relacionada com a extrapolação dos conceitos na parte teórica, que acaba se tornando incompreensível quando é tratada apenas com questões teóricas, normalmente usando de modelos idealizados. As instituições procuram preencher uma boa parte da carga horária dos alunos com aulas de laboratório, para que haja o máximo de estudos práticos, dando uma maior capacitação na resolução de problemas e no desenvolvimento de artefatos para o cotidiano social. O Efeito Faraday, por exemplo, pode ser obtido de forma material, dando uma visualização real para o que é estudado em sala de aula, e o seu experimento passou a ser desenvolvido com esse trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino de Física, porém, não se resume às práticas laboratoriais. É importante que o aluno compreenda aquilo que está estudando de forma bem esclarecida, mas isso nem sempre será possível sem o embasamento teórico ao qual ele é submetido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No aspecto didático, os experimentos realizados em laboratório trazem uma melhor visualização, uma diferente perspectiva daquilo que é posto nos livros base para o ensino da Física. O aluno que tem contato com tais experiências apresenta diferentes formas de assimilar um conteúdo que deve compreender ou ter conhecimento ao fim de sua graduação. No aspecto pedagógico, os experimentos trazem uma melhor forma de passar o conteúdo estudado e que o aluno deve aprender durante o curso, viabilizando uma aprendizagem de forma diferenciada, uma vez que ele estará pondo em prática o que foi estudado em teoria, permitindo a comprovação de resultados práticos próximos ou iguais aos teóricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolvimentos computacionais estão cada vez mais presentes em experimentos de Física. Desde simuladores de experiências até aparelhos programados ou adaptados para o uso em experimentos. Muitos têm a função ou o intuito de aperfeiçoar os resultados obtidos. Simuladores de experiência visam reproduzir um experimento que possui alto custo, ou reprodução inviável, dando uma visão não exatamente real, mas ainda diferente de uma situação estudada em teoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 x 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 x 10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-10-28T00:53:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Embasamento Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
O fato de haver pouca infra-estrutura informatizada na área de Física levou a equipe a utilizar equipamentos simples já desenvolvidos em projetos anteriores para o desenvolvimento do aparato abordado. Assim, unificou-se a habilidade já realizada por outras equipes com a idéia atual, sem a necessidade de redundâncias para o desenvolvimento de tecnologias semelhantes para um mesmo fim, mantendo o objetivo principal possível de ser realizado no tempo disponível para estudo, pesquisa, construção e apresentação bem-sucedida deste projeto.&lt;br /&gt;
Com a realização do aparato, a equipe diminuirá a carência de equipamentos para o estudo e observação de fenômenos relacionados com a matéria de Física IV, podendo, assim, com certa aquisição de recursos financeiros, ser possível a ampliação destes equipamentos, objetivando um menor gasto para a eficiência do ensino da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
No início do ano de 1791, em meio aos desdobramentos da Revolução Francesa e com a crise do comércio agravando a situação econômica na Inglaterra, James Faraday viu-se obrigado a deixar a vila de Outhgill, na região noroeste da Grã-Bretanha, e seguiu com sua família para Londres. À época, James Faraday tinha já dois filhos, Elisabeth e Robert, e trazia sua esposa, Margaret Hastwell, grávida de poucos meses. (BALDINATO, 2009, p.32)&lt;br /&gt;
Michael Faraday começou a trabalhar ainda durante a infância. Aos quatorze anos ele foi admitido como aprendiz de encadernador, depois de um período prestando pequenos serviços de entregas e recados para a livraria do Sr. George Riebau. (BALDINATO, 2009, p.33) Fato, este, que foi essencial para o início de seu aprendizado.&lt;br /&gt;
Em suas tarefas, Faraday, que lia vários livros da primeira à última página, acabou tendo seu interesse científico despertado em sua juventude. Faraday também realizava várias experiências simples que encontrava nos livros que lia, aprimorando sua técnica e pesquisa científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os livros foram apenas o breve começo de sua jornada científica. Faraday, então, começou a assistir aulas, palestras e conferências, entre elas, as do químico Humphry Davy, um dos mais famosos da época como conferencista. (CROPPER, 2009, p.138) Humildemente, Faraday pediu um emprego para Davy, após o emprego na livraria. Davy o contratou como secretário, inicialmente, depois o promovendo para assistente em suas pesquisas. Logo que iniciou seu aprendizado científico, Faraday acompanhou Davy em uma viagem pela Europa, na qual acabou conhecendo vários cientistas da época, como Alessandro Volta, André-Marie Ampère, e Joseph Gay-Lussac.&lt;br /&gt;
Entre suas tarefas científicas, Faraday fazia conferências sobre Química, utilizando o conhecimento obtido com Davy. Através de suas pesquisas em eletroquímica, Faraday conseguiu obter cloro líquido, descobriu o benzeno e as leis da eletrólise. &lt;br /&gt;
Porém, seu destaque científico fica na área do eletromagnetismo. Por exemplo, em 1821, a demonstração de Hans Christian Oersted com eletricidade e magnetismo mostrou que há interação entre um fio que passa corrente elétrica e um imã. Faraday, no mesmo ano, comprovou este fenômeno, publicou-o, e ainda realizou um experimento fazendo a interação do fio com o magnetismo terrestre. Outra grande descoberta foi a possível conversão de energia mecânica em elétrica (dínamo). &lt;br /&gt;
As descobertas e pesquisas de fenômenos eletromagnéticos de Michael Faraday trouxeram à Física um novo marco histórico, atualmente conhecido como Física Moderna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande parte de sua vida voltou-se ao estudo da indução eletromagnética e suas aplicações. Faraday era um homem forte por natureza, mas enfraqueceu-se tragicamente por uma “doença ligada à cabeça”, em suas próprias palavras (CROPPER, 2009, p.144). Mesmo jovem, Faraday tinha problemas de memória e, com o passar do tempo, dores de cabeça e depressão assolaram sua situação. Devido a seus problemas com a saúde, o cientista precisou se distanciar por um tempo de suas pesquisas e análises laboratoriais. &lt;br /&gt;
Entretanto, após receber uma carta de William Thomson, um estudante de Cambridge, Faraday voltou ao laboratório para analisar o que seria uma de suas maiores descobertas. Na carta, Thomson fala sobre um fato já conhecido por Faraday, o efeito de campo elétrico em dielétricos, e especulou se este campo interagiria com a polarização da luz que passasse pelo dielétrico. (CROPPER, 2009, p.144)&lt;br /&gt;
O fenômeno de polarização da luz já era conhecido há anos. Após cerca de dez anos da carta de Thomson, Faraday tentou detectar alguma interferência no plano de polarização de um raio de luz que passasse pelo dielétrico carregado. Entretanto, após várias tentativas modificando o experimento, não obteve sucesso. Porém, ao mudar o campo elétrico por um forte campo magnético, Faraday conseguiu o resultado que esperava.&lt;br /&gt;
Por volta de 1845, Faraday preparou uma série de experiências baseadas em sua análise anterior. No lugar do dielétrico que havia utilizado, ele tentou vários tipos de cristais e vidros diferentes, variou o campo magnético e as posições dos pólos, mas ainda não obteve sucesso como pretendia. Quando ele experimentou utilizar um vidro lead que havia desenvolvido cerca de quinze anos antes, o momento de glória chegou. Em suas próprias palavras, no diário que mantinha em suas experiências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Um pedaço de heavy glass, que tem 2x1,8 polegadas e 0,5 polegada de espessura, sendo um sal de chumbo, polido em suas extremidades foi utilizado. Não houve efeito quando os mesmos pólos magnéticos ou os pólos contrários estavam em lados opostos (utilizando como base os raios de luz polarizada) – nem quando os pólos estavam do mesmo lado, com a corrente constante – MAS, quando os pólos magnéticos opostos estavam do mesmo lado, houve uma interferência produzida na luz polarizada, e então, foi provado que a força magnética e a luz têm uma relação interativa. Este fato, provavelmente provará quão férteis são e o grande valor das investigações de ambas as condições das forças naturais.”'' (CROPPER, 2009, p.145)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, Faraday comprovou a íntima relação entre ondas magnéticas e as ondas de luz, que são minúsculas ondas eletromagnéticas. Estes pequenos circuitos, existência do qual Ampère já sugeria, são interpretados como a rotação dos elétrons em volta do núcleo atômico. Considerando dois átomos idênticos colocados num campo magnético em que um deles gira no sentido horário e outro no anti-horário, um deles vai direcionar a força do átomo diretamente para o centro (sentido horário) e outro fará o contrário. Então, no primeiro caso, o raio do elétron diminuirá e a freqüência de rotação aumentará, enquanto no segundo caso, ocorrerá o contrário. Este efeito de comportamento atômico entre horário e anti-horário afetará a propagação eletromagnética (luz) através do material em que ela está sendo incidida, ou seja, o resultado do “efeito Faraday”. (GAMOW, 1961, p.148)&lt;br /&gt;
Persuadido pelo resultado que obteve entre a interação destes dois fenômenos naturais, Faraday tentou estabelecer uma relação entre as forças eletromagnéticas e as forças da gravidade. Por volta de 1850, ele escreveu em seu diário: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Gravidade. Certamente esta força deve ser capaz de ter uma relação experimental com a eletricidade, magnetismo e outras forças, que possam ser recíprocas e equivalentes em efeito.”&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, ele não conseguiu nenhum resultado positivo com seus experimentos, mas não desistiu de sua teoria, mesmo não tendo nenhuma prova concreta. &lt;br /&gt;
Um século depois outro cientista tentou validar a teoria de Faraday, mas também sem sucesso. Entretanto, assim como Faraday, Albert Einstein faleceu sem ser capaz de cumprir esta tarefa. (GAMOW, 1961, p. 149)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
No ensino da Física, tanto no ensino médio quanto na graduação, os experimentos de física são de fundamental importância para a compreensão de certos fenômenos. Tais experimentos são realizados com o intuito de constatar o que é estudado em teoria, visando, de forma didática, mostrar o que realmente acontece em situações vistas de forma hipotética. É essencial que uma instituição que ofereça cursos de graduação como Bacharelado em Física e vários tipos de Engenharias, que têm como base a Física, tenha uma estrutura munida de laboratórios apropriados para as experiências relacionadas às diversas áreas da Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na área da informática, a aquisição de novos recursos relacionados à física experimental pode ser feita através do uso de softwares livres. Isso vem sendo feito cada vez mais para ampliar o acesso, que se tratando de instituições públicas deve ser amplo e aberto. Quanto aos materiais utilizados em laboratórios de universidades, para experiências, procura-se ao máximo desenvolve-los nas próprias instituições, procurando um baixo custo e eficiência. Alguns experimentos tornam-se inviáveis por conta dos recursos necessários para que possam ser realizados. É constante a tentativa de encontrar novas soluções que possam viabilizar tais experimentos. Constantemente trabalhos são acrescentados por parte dos alunos, que buscam aprender com desenvolvimento de tais experimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aluno que passa estudar a física teórica tanto não pode se prender a situações hipotéticas na resolução de problemas, quanto a situações reais no estudo de fenômenos físicos. A importância da didática no estudo da física está relacionada com a extrapolação dos conceitos na parte teórica, que acaba se tornando incompreensível quando é tratada apenas com questões teóricas, normalmente usando de modelos idealizados. As instituições procuram preencher uma boa parte da carga horária dos alunos com aulas de laboratório, para que haja o máximo de estudos práticos, dando uma maior capacitação na resolução de problemas e no desenvolvimento de artefatos para o cotidiano social. O Efeito Faraday, por exemplo, pode ser obtido de forma material, dando uma visualização real para o que é estudado em sala de aula, e o seu experimento passou a ser desenvolvido com esse trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino de Física, porém, não se resume às práticas laboratoriais. É importante que o aluno compreenda aquilo que está estudando de forma bem esclarecida, mas isso nem sempre será possível sem o embasamento teórico ao qual ele é submetido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No aspecto didático, os experimentos realizados em laboratório trazem uma melhor visualização, uma diferente perspectiva daquilo que é posto nos livros base para o ensino da Física. O aluno que tem contato com tais experiências apresenta diferentes formas de assimilar um conteúdo que deve compreender ou ter conhecimento ao fim de sua graduação. No aspecto pedagógico, os experimentos trazem uma melhor forma de passar o conteúdo estudado e que o aluno deve aprender durante o curso, viabilizando uma aprendizagem de forma diferenciada, uma vez que ele estará pondo em prática o que foi estudado em teoria, permitindo a comprovação de resultados práticos próximos ou iguais aos teóricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenvolvimentos computacionais estão cada vez mais presentes em experimentos de Física. Desde simuladores de experiências até aparelhos programados ou adaptados para o uso em experimentos. Muitos têm a função ou o intuito de aperfeiçoar os resultados obtidos. Simuladores de experiência visam reproduzir um experimento que possui alto custo, ou reprodução inviável, dando uma visão não exatamente real, mas ainda diferente de uma situação estudada em teoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 x 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 x 10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-10-28T00:47:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécnico não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, manutenção do equipamento e controle de luz ambiente, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS, pois ainda não havia as ferramentas e equipamentos necessários para a montagem do experimento final, ou, pelo menos, parte dele. A aquisição da substância para o experimento (CS2) está confirmada, graças ao professor Arandi, grande colaborador externo com o projeto. Porém, os primeiros testes foram feitos com NaCl aquoso (sal de cozinha), que também gera resultados (mas não tão significativo quanto o CS2), pois a quantidade de dissulfeto de carbono adquirido é pequena e a equipe prefere poupá-lo para a versão final do experimento. Os resultados obtidos com a solução de NaCl foram animadores, embora o experimento parcial tenha sido feito na base de um certo improviso. A equipe conseguiu a rotação de 2 graus do plano de polarização do laser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-10-28T00:45:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécnico não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, manutenção do equipamento e controle de luz ambiente, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS, pois ainda não havia as ferramentas e equipamentos necessários para a montagem do experimento final, ou, pelo menos, parte dele. A aquisição da substância para o experimento (CS2) está confirmada, graças ao professor Arandi, grande colaborador externo com o projeto, porém, os primeiros testes foram feitos com NaCl aquoso (sal de cozinha), que também gera resultados (mas não tão significativo quanto o CS2), pois a quantidade de dissulfeto de carbono adquirido é pequena e a equipe prefere poupá-lo para a versão final do experimento. Os resultados obtidos com a solução de NaCl foram animadores, embora o experimento parcial tenha sido feito na base de um certo improviso. A equipe conseguiu a rotação de 2 graus do plano de polarização do laser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-10-28T00:41:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécncio não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, manutenção do equipamento e controle de luz ambiente, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS, pois ainda não havia as ferramentas e equipamentos necessários para a montagem do experimento final, ou, pelo menos, parte dele. A aquisição da substância para o experimento (CS2) está confirmada, porém, os primeiros testes foram feitos com NaCl aquoso (sal de cozinha), que também gera resultados (mas não tão significativo quanto o CS2), pois a quantidade de dissulfeto de carbono adquirido é pequena e a equipe prefere poupá-lo para a versão final do experimento. Os resultados obtidos com a solução de NaCl foram animadores, embora o experimento parcial tenha sido feito na base de um certo improviso. A equipe conseguiu a rotação de 2 graus do plano de polarização do laser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-10-28T00:38:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécncio não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, manutenção do equipamento e controle de luz ambiente, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS, pois ainda não havia as ferramentas e equipamentos necessários para a montagem do experimento final, ou, pelo menos, parte dele. A aquisição da substância para o experimento (CS2) está confirmada, porém, os primeiros testes foram feitos com NaCl aquoso (sal de cozinha), que também gera resultados (mas não tão significativo quanto o CS2), pois a quantidade de dissulfeto de carbono adquirido é pequena e a equipe prefere poupá-lo para a versão final do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-10-28T00:31:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécncio não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/10''' - A equipe pesquisa sobre outros materiais viáveis para o experimento em que o resultado seja significativo. É descoberto o possível uso da substância dissulfeto de carbono (CS2). A equipe verifica se a substância é possível de ser adquirida, já que a aquisição do vidro não foi possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/10''' - São feitos os primeiros testes com o equipamento (sensor óptico + arduíno) já configurado eletronicamente. Foi utilizado um laser do Departamento de Física, polaróides e um luxímetro para o auxílio da calibragem do equipamento. Os primeiros testes não foram bem-sucedidos, porém, após inúmeros testes, a equipe conseguiu chegar próximo à uma configuração adequada para a utilização do sensor óptico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''26/10''' - Pedro adapta o equipamento já configurado, que antes estava instalado num protoboard, adequadamente para o funcionamento em uma caixa de plástico, a fim de tornar o equipamento viável de ser transportado sem danificá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/10''' - A equipe utiliza o tempo das aulas da presente disciplina para os primeiros testes práticos do experimento com equipamentos emprestados do DAFIS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
* '''Monografia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-10-09T00:22:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso; a procura ocorreu na Ótica Diorama, em uma vidraçaria próxima, na loja da distribuidora de produtos químicos Cloroquímica e nos departamentos de Física e Química da UFPR, sendo que Pedro ficou responsável de retornar lá no dia 27 para obter informações com o vidreiro do departamento de Química daquela universidade. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''27/09''' - Pedro vai a UFPR Jardim das Américas conversar com o hialotécnico, responsável pela confecção de vidros. Chega às 10:30 e fica até 12:30. O hialotécncio não compareceu neste período, mas deveria ter comparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''29/09''' - Pedro vai novamente à UFPR Jardim das Américas para falar com o hialotécnico. Chega às 8:30 e espera até 11:30. O hialotécnico novamente não compareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''07/10''' - A equipe se junta para começar a montagem do equipamento. A primeira etapa consistia em seguir as instruções da monografia sobre o Sensor Óptico Baseado em Arduíno [MENEGUELE, FERREIRA, LIE.], configurá-lo e adaptá-lo para utilização em um visor LCD. Porém, as informações obtidas não foram suficientes para esta etapa ser concluída com sucesso, assim, será feita uma revisão do procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-09-26T14:54:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedroaborba | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''16/09''' - Pedro realiza modificações na monografia para arrumar erros, incluir bibliografia faltante e, principalmente, adequar o layout às normas de trabalhos acadêmicos da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/09''' - A equipe discute a possibilidade de adquirir o material necessário para a realização do experimento de Faraday: o vidro Flint. Os membros discutem quais integrantes serão responsáveis por irem ao local de venda deste vidro. A apresentação da qualificação é discutida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''22/09''' - A equipe recebeu um e-mail da professora Myriam, informando que o professor Arandi solicitou para que todos os grupos enviem suas versões da qualificação em PDF para seu e-mail. Pedro então, envia tal arquivo em nome do grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/09''' - Pedro e Vitor vão em busca do vidro flint, entretanto, não obtêm sucesso. Procuram então, possíveis lugares para aquisição do material e Kaya ficou responsável por entrar em contato com os respectivos locais no decorrer da semana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/09''' - Vitor encontra uma possível solução para o problema de aquisição do vidro flint: a viabilidade de o material ser substituído por um cristal de cloreto de sódio (NaCl) e comunica os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2010-09-23T11:32:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Embasamento Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
O fato de haver pouca infra-estrutura informatizada na área de Física levou a equipe a utilizar equipamentos simples já desenvolvidos em projetos anteriores para o desenvolvimento do aparato abordado. Assim, unificou-se a habilidade já realizada por outras equipes com a idéia atual, sem a necessidade de redundâncias para o desenvolvimento de tecnologias semelhantes para um mesmo fim, mantendo o objetivo principal possível de ser realizado no tempo disponível para estudo, pesquisa, construção e apresentação bem-sucedida deste projeto.&lt;br /&gt;
Com a realização do aparato, a equipe diminuirá a carência de equipamentos para o estudo e observação de fenômenos relacionados com a matéria de Física IV, podendo, assim, com certa aquisição de recursos financeiros, ser possível a ampliação destes equipamentos, objetivando um menor gasto para a eficiência do ensino da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
No início do ano de 1791, em meio aos desdobramentos da Revolução Francesa e com a crise do comércio agravando a situação econômica na Inglaterra, James Faraday viu-se obrigado a deixar a vila de Outhgill, na região noroeste da Grã-Bretanha, e seguiu com sua família para Londres. À época, James Faraday tinha já dois filhos, Elisabeth e Robert, e trazia sua esposa, Margaret Hastwell, grávida de poucos meses. (BALDINATO, 2009, p.32)&lt;br /&gt;
Michael Faraday começou a trabalhar ainda durante a infância. Aos quatorze anos ele foi admitido como aprendiz de encadernador, depois de um período prestando pequenos serviços de entregas e recados para a livraria do Sr. George Riebau. (BALDINATO, 2009, p.33) Fato, este, que foi essencial para o início de seu aprendizado.&lt;br /&gt;
Em suas tarefas, Faraday, que lia vários livros da primeira à última página, acabou tendo seu interesse científico despertado em sua juventude. Faraday também realizava várias experiências simples que encontrava nos livros que lia, aprimorando sua técnica e pesquisa científica.&lt;br /&gt;
Os livros foram apenas o breve começo de sua jornada científica. Faraday, então, começou a assistir aulas, palestras e conferências, entre elas, as do químico Humphry Davy, um dos mais famosos da época como conferencista. (CROPPER, 2009, p.138) Humildemente, Faraday pediu um emprego para Davy, após o emprego na livraria. Davy o contratou como secretário, inicialmente, depois o promovendo para assistente em suas pesquisas. Logo que iniciou seu aprendizado científico, Faraday acompanhou Davy em uma viagem pela Europa, na qual acabou conhecendo vários cientistas da época, como Alessandro Volta, André-Marie Ampère, e Joseph Gay-Lussac.&lt;br /&gt;
Entre suas tarefas científicas, Faraday fazia conferências sobre Química, utilizando o conhecimento obtido com Davy. Através de suas pesquisas em eletroquímica, Faraday conseguiu obter cloro líquido, descobriu o benzeno e as leis da eletrólise. &lt;br /&gt;
Porém, seu destaque científico fica na área do eletromagnetismo. Por exemplo, em 1821, a demonstração de Hans Christian Oersted com eletricidade e magnetismo mostrou que há interação entre um fio que passa corrente elétrica e um imã. Faraday, no mesmo ano, comprovou este fenômeno, publicou-o, e ainda realizou um experimento fazendo a interação do fio com o magnetismo terrestre. Outra grande descoberta foi a possível conversão de energia mecânica em elétrica (dínamo). &lt;br /&gt;
As descobertas e pesquisas de fenômenos eletromagnéticos de Michael Faraday trouxeram à Física um novo marco histórico, atualmente conhecido como Física Moderna.&lt;br /&gt;
Grande parte de sua vida voltou-se ao estudo da indução eletromagnética e suas aplicações. Faraday era um homem forte por natureza, mas enfraqueceu-se tragicamente por uma “doença ligada à cabeça”, em suas próprias palavras (CROPPER, 2009, p.144). Mesmo jovem, Faraday tinha problemas de memória e, com o passar do tempo, dores de cabeça e depressão assolaram sua situação. Devido a seus problemas com a saúde, o cientista precisou se distanciar por um tempo de suas pesquisas e análises laboratoriais. &lt;br /&gt;
Entretanto, após receber uma carta de William Thomson, um estudante de Cambridge, Faraday voltou ao laboratório para analisar o que seria uma de suas maiores descobertas. Na carta, Thomson fala sobre um fato já conhecido por Faraday, o efeito de campo elétrico em dielétricos, e especulou se este campo interagiria com a polarização da luz que passasse pelo dielétrico. (CROPPER, 2009, p.144)&lt;br /&gt;
O fenômeno de polarização da luz já era conhecido há anos. Após cerca de dez anos da carta de Thomson, Faraday tentou detectar alguma interferência no plano de polarização de um raio de luz que passasse pelo dielétrico carregado. Entretanto, após várias tentativas modificando o experimento, não obteve sucesso. Porém, ao mudar o campo elétrico por um forte campo magnético, Faraday conseguiu o resultado que esperava.&lt;br /&gt;
Por volta de 1845, Faraday preparou uma série de experiências baseadas em sua análise anterior. No lugar do dielétrico que havia utilizado, ele tentou vários tipos de cristais e vidros diferentes, variou o campo magnético e as posições dos pólos, mas ainda não obteve sucesso como pretendia. Quando ele experimentou utilizar um vidro lead que havia desenvolvido cerca de quinze anos antes, o momento de glória chegou. Em suas próprias palavras, no diário que mantinha em suas experiências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Um pedaço de heavy glass, que tem 2x1,8 polegadas e 0,5 polegada de espessura, sendo um sal de chumbo, polido em suas extremidades foi utilizado. Não houve efeito quando os mesmos pólos magnéticos ou os pólos contrários estavam em lados opostos (utilizando como base os raios de luz polarizada) – nem quando os pólos estavam do mesmo lado, com a corrente constante – MAS, quando os pólos magnéticos opostos estavam do mesmo lado, houve uma interferência produzida na luz polarizada, e então, foi provado que a força magnética e a luz têm uma relação interativa. Este fato, provavelmente provará quão férteis são e o grande valor das investigações de ambas as condições das forças naturais.”'' (CROPPER, 2009, p.145)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, Faraday comprovou a íntima relação entre ondas magnéticas e as ondas de luz, que são minúsculas ondas eletromagnéticas. Estes pequenos circuitos, existência do qual Ampère já sugeria, são interpretados como a rotação dos elétrons em volta do núcleo atômico. Considerando dois átomos idênticos colocados num campo magnético em que um deles gira no sentido horário e outro no anti-horário, um deles vai direcionar a força do átomo diretamente para o centro (sentido horário) e outro fará o contrário. Então, no primeiro caso, o raio do elétron diminuirá e a freqüência de rotação aumentará, enquanto no segundo caso, ocorrerá o contrário. Este efeito de comportamento atômico entre horário e anti-horário afetará a propagação eletromagnética (luz) através do material em que ela está sendo incidida, ou seja, o resultado do “efeito Faraday”. (GAMOW, 1961, p.148)&lt;br /&gt;
Persuadido pelo resultado que obteve entre a interação destes dois fenômenos naturais, Faraday tentou estabelecer uma relação entre as forças eletromagnéticas e as forças da gravidade. Por volta de 1850, ele escreveu em seu diário: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Gravidade. Certamente esta força deve ser capaz de ter uma relação experimental com a eletricidade, magnetismo e outras forças, que possam ser recíprocas e equivalentes em efeito.”&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, ele não conseguiu nenhum resultado positivo com seus experimentos, mas não desistiu de sua teoria, mesmo não tendo nenhuma prova concreta. &lt;br /&gt;
Um século depois outro cientista tentou validar a teoria de Faraday, mas também sem sucesso. Entretanto, assim como Faraday, Albert Einstein faleceu sem ser capaz de cumprir esta tarefa. (GAMOW, 1961, p. 149)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 x 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 x 10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-09-23T11:27:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* O Efeito Faraday */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
O fato de haver pouca infra-estrutura informatizada na área de Física levou a equipe a utilizar equipamentos simples já desenvolvidos em projetos anteriores para o desenvolvimento do aparato abordado. Assim, unificou-se a habilidade já realizada por outras equipes com a idéia atual, sem a necessidade de redundâncias para o desenvolvimento de tecnologias semelhantes para um mesmo fim, mantendo o objetivo principal possível de ser realizado no tempo disponível para estudo, pesquisa, construção e apresentação bem-sucedida deste projeto.&lt;br /&gt;
Com a realização do aparato, a equipe diminuirá a carência de equipamentos para o estudo e observação de fenômenos relacionados com a matéria de Física IV, podendo, assim, com certa aquisição de recursos financeiros, ser possível a ampliação destes equipamentos, objetivando um menor gasto para a eficiência do ensino da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
No início do ano de 1791, em meio aos desdobramentos da Revolução Francesa e com a crise do comércio agravando a situação econômica na Inglaterra, James Faraday viu-se obrigado a deixar a vila de Outhgill, na região noroeste da Grã-Bretanha, e seguiu com sua família para Londres. À época, James Faraday tinha já dois filhos, Elisabeth e Robert, e trazia sua esposa, Margaret Hastwell, grávida de poucos meses. (BALDINATO, 2009, p.32)&lt;br /&gt;
Michael começou a trabalhar ainda durante a infância. Aos quatorze anos ele foi admitido como aprendiz de encadernador, depois de um período prestando pequenos serviços de entregas e recados para a livraria do Sr. George Riebau. (BALDINATO, 2009, p.33) Fato, este, que foi essencial para o início de seu aprendizado.&lt;br /&gt;
Em suas tarefas, Faraday, que lia vários livros da primeira à última página, acabou tendo seu interesse científico despertado em sua juventude. Faraday também realizava várias experiências simples que encontrava nos livros que lia, aprimorando sua técnica e pesquisa científica.&lt;br /&gt;
Os livros foram apenas o breve começo de sua jornada científica. Faraday, então, começou a assistir aulas, palestras e conferências, entre elas, as do químico Humphry Davy, um dos mais famosos da época como conferencista. (CROPPER, 2009, p.138) Humildemente, Faraday pediu um emprego para Davy, após o emprego na livraria. Davy o contratou como secretário, inicialmente, depois o promovendo para assistente em suas pesquisas. Logo que iniciou seu aprendizado científico, Faraday acompanhou Davy em uma viagem pela Europa, na qual acabou conhecendo vários cientistas da época, como Alessandro Volta, André-Marie Ampère, e Joseph Gay-Lussac.&lt;br /&gt;
Entre suas tarefas científicas, Faraday fazia conferências sobre Química, utilizando o conhecimento obtido com Davy. Através de suas pesquisas em eletroquímica, Faraday conseguiu obter cloro líquido, descobriu o benzeno e as leis da eletrólise. &lt;br /&gt;
Porém, seu destaque científico fica na área do eletromagnetismo. Por exemplo, em 1821, a demonstração de Hans Christian Oersted com eletricidade e magnetismo mostrou que há interação entre um fio que passa corrente elétrica e um imã. Faraday, no mesmo ano, comprovou este fenômeno, publicou-o, e ainda realizou um experimento fazendo a interação do fio com o magnetismo terrestre. Outra grande descoberta foi a possível conversão de energia mecânica em elétrica (dínamo). &lt;br /&gt;
As descobertas e pesquisas de fenômenos eletromagnéticos de Michael Faraday trouxeram à Física um novo marco histórico, atualmente conhecido como Física Moderna.&lt;br /&gt;
Grande parte de sua vida voltou-se ao estudo da indução eletromagnética e suas aplicações. Faraday era um homem forte por natureza, mas enfraqueceu-se tragicamente por uma “doença ligada à cabeça”, em suas próprias palavras (CROPPER, 2009, p.144). Mesmo jovem, Faraday tinha problemas de memória e, com o passar do tempo, dores de cabeça e depressão assolaram sua situação. Devido a seus problemas com a saúde, o cientista precisou se distanciar por um tempo de suas pesquisas e análises laboratoriais. &lt;br /&gt;
Entretanto, após receber uma carta de William Thomson, um estudante de Cambridge, Faraday voltou ao laboratório para analisar o que seria uma de suas maiores descobertas. Na carta, Thomson fala sobre um fato já conhecido por Faraday, o efeito de campo elétrico em dielétricos, e especulou se este campo interagiria com a polarização da luz que passasse pelo dielétrico. (CROPPER, 2009, p.144)&lt;br /&gt;
O fenômeno de polarização da luz já era conhecido há anos. Após cerca de dez anos da carta de Thomson, Faraday tentou detectar alguma interferência no plano de polarização de um raio de luz que passasse pelo dielétrico carregado. Entretanto, após várias tentativas modificando o experimento, não obteve sucesso. Porém, ao mudar o campo elétrico por um forte campo magnético, Faraday conseguiu o resultado que esperava.&lt;br /&gt;
Por volta de 1845, Faraday preparou uma série de experiências baseadas em sua análise anterior. No lugar do dielétrico que havia utilizado, ele tentou vários tipos de cristais e vidros diferentes, variou o campo magnético e as posições dos pólos, mas ainda não obteve sucesso como pretendia. Quando ele experimentou utilizar um vidro lead que havia desenvolvido cerca de quinze anos antes, o momento de glória chegou. Em suas próprias palavras, no diário que mantinha em suas experiências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Um pedaço de heavy glass, que tem 2x1,8 polegadas e 0,5 polegada de espessura, sendo um sal de chumbo, polido em suas extremidades foi utilizado. Não houve efeito quando os mesmos pólos magnéticos ou os pólos contrários estavam em lados opostos (utilizando como base os raios de luz polarizada) – nem quando os pólos estavam do mesmo lado, com a corrente constante – MAS, quando os pólos magnéticos opostos estavam do mesmo lado, houve uma interferência produzida na luz polarizada, e então, foi provado que a força magnética e a luz têm uma relação interativa. Este fato, provavelmente provará quão férteis são e o grande valor das investigações de ambas as condições das forças naturais.”'' (CROPPER, 2009, p.145)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, Faraday comprovou a íntima relação entre ondas magnéticas e as ondas de luz, que são minúsculas ondas eletromagnéticas. Estes pequenos circuitos, existência do qual Ampère já sugeria, são interpretados como a rotação dos elétrons em volta do núcleo atômico. Considerando dois átomos idênticos colocados num campo magnético em que um deles gira no sentido horário e outro no anti-horário, um deles vai direcionar a força do átomo diretamente para o centro (sentido horário) e outro fará o contrário, como mostra a figura 2. Então, no primeiro caso, o raio do elétron diminuirá e a freqüência de rotação aumentará, enquanto no segundo caso, ocorrerá o contrário. Este efeito de comportamento atômico entre horário e anti-horário afetará a propagação eletromagnética (luz) através do material em que ela está sendo incidida, ou seja, o resultado do “efeito Faraday”. (GAMOW, 1961, p.148)&lt;br /&gt;
Persuadido pelo resultado que obteve entre a interação destes dois fenômenos naturais, Faraday tentou estabelecer uma relação entre as forças eletromagnéticas e as forças da gravidade. Por volta de 1850, ele escreveu em seu diário: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Gravidade. Certamente esta força deve ser capaz de ter uma relação experimental com a eletricidade, magnetismo e outras forças, que possam ser recíprocas e equivalentes em efeito.”&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, ele não conseguiu nenhum resultado positivo com seus experimentos, mas não desistiu de sua teoria, mesmo não tendo nenhuma prova concreta. &lt;br /&gt;
Um século depois outro cientista tentou validar a teoria de Faraday, mas também sem sucesso. Entretanto, assim como Faraday, Albert Einstein faleceu sem ser capaz de cumprir esta tarefa. (GAMOW, 1961, p. 149)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 x 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 x 10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-09-16T20:56:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedro | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para concretizar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-09-16T20:54:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' [[User:Hadryel | Hadryel R. A. Holanda]], [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], [[User:Pedro | Pedro A. de Borba]], [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração do Efeito Faraday Interfaceado por Arduino=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''14/09''' - Recebemos as modificações propostas pelo prof. Nestor; realizamos as sugestões propostas e Kaya imprimiu o documento final de Qualificação. Às 15:30, levamos o trabalho para que o professor o assinasse, e aproveitamos para sanar algumas dúvidas remanescentes, além de obtermos conselhos quanto a continuação do desenvolvimento do trabalho, relacionado principalmente com a parte prática. O prof. nos aconselhou quanto a um possível local em que poderemos obter vidro flint para a execução do projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''15/09''' - Entrega da pré-monografia (qualificação) para a disciplina. A equipe pesquisa sobre a aquisição do material necessário para se montar o aparato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-09-14T11:39:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Problemas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
O fato de haver pouca infra-estrutura informatizada na área de Física levou a equipe a utilizar equipamentos simples já desenvolvidos em projetos anteriores para o desenvolvimento do aparato abordado. Assim, unificou-se a habilidade já realizada por outras equipes com a idéia atual, sem a necessidade de redundâncias para o desenvolvimento de tecnologias semelhantes para um mesmo fim, mantendo o objetivo principal possível de ser realizado no tempo disponível para estudo, pesquisa, construção e apresentação bem-sucedida deste projeto.&lt;br /&gt;
Com a realização do aparato, a equipe diminuirá a carência de equipamentos para o estudo e observação de fenômenos relacionados com a matéria de Física IV, podendo, assim, com certa aquisição de recursos financeiros, ser possível a ampliação destes equipamentos, objetivando um menor gasto para a eficiência do ensino da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
No início do ano de 1791, em meio aos desdobramentos da Revolução Francesa e com a crise do comércio agravando a situação econômica na Inglaterra, James Faraday viu-se obrigado a deixar a vila de Outhgill, na região noroeste da Grã-Bretanha, e seguiu com sua família para Londres. À época, James Faraday tinha já dois filhos, Elisabeth e Robert, e trazia sua esposa, Margaret Hastwell, grávida de poucos meses. (BALDINATO, 2009, p.32)&lt;br /&gt;
Michael começou a trabalhar ainda durante a infância. Aos quatorze anos ele foi admitido como aprendiz de encadernador, depois de um período prestando pequenos serviços de entregas e recados para a livraria do Sr. George Riebau. (BALDINATO, 2009, p.33) Fato, este, que foi essencial para o início de seu aprendizado.&lt;br /&gt;
Em suas tarefas, Faraday, que lia vários livros da primeira à última página, acabou tendo seu interesse científico despertado em sua juventude. Faraday também realizava várias experiências simples que encontrava nos livros que lia, aprimorando sua técnica e pesquisa científica.&lt;br /&gt;
Os livros foram apenas o breve começo de sua jornada científica. Faraday, então, começou a assistir aulas, palestras e conferências, entre elas, as do químico Humphry Davy, um dos mais famosos da época como conferencista. (CROPPER, 2009, p.138) Humildemente, Faraday pediu um emprego para Davy, após o emprego na livraria. Davy o contratou como secretário, inicialmente, depois o promovendo para assistente em suas pesquisas. Logo que iniciou seu aprendizado científico, Faraday acompanhou Davy em uma viagem pela Europa, na qual acabou conhecendo vários cientistas da época, como Alessandro Volta, André-Marie Ampère, e Joseph Gay-Lussac.&lt;br /&gt;
Entre suas tarefas científicas, Faraday fazia conferências sobre Química, utilizando o conhecimento obtido com Davy. Através de suas pesquisas em eletroquímica, Faraday conseguiu obter cloro líquido, descobriu o benzeno e as leis da eletrólise. &lt;br /&gt;
Porém, seu destaque científico fica na área do eletromagnetismo. Por exemplo, em 1821, a demonstração de Hans Christian Oersted com eletricidade e magnetismo mostrou que há interação entre um fio que passa corrente elétrica e um imã. Faraday, no mesmo ano, comprovou este fenômeno, publicou-o, e ainda realizou um experimento fazendo a interação do fio com o magnetismo terrestre. Outra grande descoberta foi a possível conversão de energia mecânica em elétrica (dínamo). &lt;br /&gt;
As descobertas e pesquisas de fenômenos eletromagnéticos de Michael Faraday trouxeram à Física um novo marco histórico, atualmente conhecido como Física Moderna.&lt;br /&gt;
Grande parte de sua vida voltou-se ao estudo da indução eletromagnética e suas aplicações. Faraday era um homem forte por natureza, mas enfraqueceu-se tragicamente por uma “doença ligada à cabeça”, em suas próprias palavras (CROPPER, 2009, p.144). Mesmo jovem, Faraday tinha problemas de memória e, com o passar do tempo, dores de cabeça e depressão assolaram sua situação. Devido a seus problemas com a saúde, o cientista precisou se distanciar por um tempo de suas pesquisas e análises laboratoriais. &lt;br /&gt;
Entretanto, após receber uma carta de William Thomson, um estudante de Cambridge, Faraday voltou ao laboratório para analisar o que seria uma de suas maiores descobertas. Na carta, Thomson fala sobre um fato já conhecido por Faraday, o efeito de campo elétrico em dielétricos, e especulou se este campo interagiria com a polarização da luz que passasse pelo dielétrico. (CROPPER, 2009, p.144)&lt;br /&gt;
O fenômeno de polarização da luz já era conhecido há anos. Após cerca de dez anos da carta de Thomson, Faraday tentou detectar alguma interferência no plano de polarização de um raio de luz que passasse pelo dielétrico carregado. Entretanto, após várias tentativas modificando o experimento, não obteve sucesso. Porém, ao mudar o campo elétrico por um forte campo magnético, Faraday conseguiu o resultado que esperava.&lt;br /&gt;
Por volta de 1845, Faraday preparou uma série de experiências baseadas em sua análise anterior. No lugar do dielétrico que havia utilizado, ele tentou vários tipos de cristais e vidros diferentes, variou o campo magnético e as posições dos pólos, mas ainda não obteve sucesso como pretendia. Quando ele experimentou utilizar um vidro lead que havia desenvolvido cerca de quinze anos antes, o momento de glória chegou. Em suas próprias palavras, no diário que mantinha em suas experiências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Um pedaço de heavy glass, que tem 2x1,8 polegadas e 0,5 polegada de espessura, sendo um sal de chumbo, polido em suas extremidades foi utilizado. Não houve efeito quando os mesmos pólos magnéticos ou os pólos contrários estavam em lados opostos (utilizando como base os raios de luz polarizada) – nem quando os pólos estavam do mesmo lado, com a corrente constante – MAS, quando os pólos magnéticos opostos estavam do mesmo lado, houve uma interferência produzida na luz polarizada, e então, foi provado que a força magnética e a luz têm uma relação interativa. Este fato, provavelmente provará quão férteis são e o grande valor das investigações de ambas as condições das forças naturais.”'' (CROPPER, 2009, p.145)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, Faraday comprovou a íntima relação entre ondas magnéticas e as ondas de luz, que são minúsculas ondas eletromagnéticas. Estes pequenos circuitos, existência do qual Ampère já sugeria, são interpretados como a rotação dos elétrons em volta do núcleo atômico. Considerando dois átomos idênticos colocados num campo magnético em que um deles gira no sentido horário e outro no anti-horário, um deles vai direcionar a força do átomo diretamente para o centro (sentido horário) e outro fará o contrário, como mostra a figura 2. Então, no primeiro caso, o raio do elétron diminuirá e a freqüência de rotação aumentará, enquanto no segundo caso, ocorrerá o contrário. Este efeito de comportamento atômico entre horário e anti-horário afetará a propagação eletromagnética (luz) através do material em que ela está sendo incidida, ou seja, o resultado do “efeito Faraday”. (GAMOW, 1961, p.148)&lt;br /&gt;
Persuadido pelo resultado que obteve entre a interação destes dois fenômenos naturais, Faraday tentou estabelecer uma relação entre as forças eletromagnéticas e as forças da gravidade. Por volta de 1850, ele escreveu em seu diário: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Gravidade. Certamente esta força deve ser capaz de ter uma relação experimental com a eletricidade, magnetismo e outras forças, que possam ser recíprocas e equivalentes em efeito.”&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, ele não conseguiu nenhum resultado positivo com seus experimentos, mas não desistiu de sua teoria, mesmo não tendo nenhuma prova concreta. &lt;br /&gt;
Um século depois outro cientista tentou validar a teoria de Faraday, mas também sem sucesso. Entretanto, assim como Faraday, Albert Einstein faleceu sem ser capaz de cumprir esta tarefa. (GAMOW, 1961, p. 149)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 ⨉ 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 ⨉  10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-09-14T11:38:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Embasamento Histórico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
O fato de haver pouca infra-estrutura informatizada na área de Física levou a equipe a utilizar equipamentos simples já desenvolvidos em projetos anteriores para o desenvolvimento do aparato abordado. Assim, unificou-se a habilidade já realizada por outras equipes com a idéia atual, sem a necessidade de redundâncias para o desenvolvimento de tecnologias semelhantes para um mesmo fim, mantendo o objetivo principal possível de ser realizado no tempo disponível para estudo, pesquisa, construção e apresentação bem-sucedida deste projeto.&lt;br /&gt;
Com a realização do aparato, a equipe diminuirá a carência de equipamentos para o estudo e observação de fenômenos relacionados com a matéria de Física IV, podendo, assim, com certa aquisição de recursos financeiros, ser possível a ampliação destes equipamentos, objetivando um menor gasto para a eficiência do ensino da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
No início do ano de 1791, em meio aos desdobramentos da Revolução Francesa e com a crise do comércio agravando a situação econômica na Inglaterra, James Faraday viu-se obrigado a deixar a vila de Outhgill, na região noroeste da Grã-Bretanha, e seguiu com sua família para Londres. À época, James Faraday tinha já dois filhos, Elisabeth e Robert, e trazia sua esposa, Margaret Hastwell, grávida de poucos meses. (BALDINATO, 2009, p.32)&lt;br /&gt;
Michael começou a trabalhar ainda durante a infância. Aos quatorze anos ele foi admitido como aprendiz de encadernador, depois de um período prestando pequenos serviços de entregas e recados para a livraria do Sr. George Riebau. (BALDINATO, 2009, p.33) Fato, este, que foi essencial para o início de seu aprendizado.&lt;br /&gt;
Em suas tarefas, Faraday, que lia vários livros da primeira à última página, acabou tendo seu interesse científico despertado em sua juventude. Faraday também realizava várias experiências simples que encontrava nos livros que lia, aprimorando sua técnica e pesquisa científica.&lt;br /&gt;
Os livros foram apenas o breve começo de sua jornada científica. Faraday, então, começou a assistir aulas, palestras e conferências, entre elas, as do químico Humphry Davy, um dos mais famosos da época como conferencista. (CROPPER, 2009, p.138) Humildemente, Faraday pediu um emprego para Davy, após o emprego na livraria. Davy o contratou como secretário, inicialmente, depois o promovendo para assistente em suas pesquisas. Logo que iniciou seu aprendizado científico, Faraday acompanhou Davy em uma viagem pela Europa, na qual acabou conhecendo vários cientistas da época, como Alessandro Volta, André-Marie Ampère, e Joseph Gay-Lussac.&lt;br /&gt;
Entre suas tarefas científicas, Faraday fazia conferências sobre Química, utilizando o conhecimento obtido com Davy. Através de suas pesquisas em eletroquímica, Faraday conseguiu obter cloro líquido, descobriu o benzeno e as leis da eletrólise. &lt;br /&gt;
Porém, seu destaque científico fica na área do eletromagnetismo. Por exemplo, em 1821, a demonstração de Hans Christian Oersted com eletricidade e magnetismo mostrou que há interação entre um fio que passa corrente elétrica e um imã. Faraday, no mesmo ano, comprovou este fenômeno, publicou-o, e ainda realizou um experimento fazendo a interação do fio com o magnetismo terrestre. Outra grande descoberta foi a possível conversão de energia mecânica em elétrica (dínamo). &lt;br /&gt;
As descobertas e pesquisas de fenômenos eletromagnéticos de Michael Faraday trouxeram à Física um novo marco histórico, atualmente conhecido como Física Moderna.&lt;br /&gt;
Grande parte de sua vida voltou-se ao estudo da indução eletromagnética e suas aplicações. Faraday era um homem forte por natureza, mas enfraqueceu-se tragicamente por uma “doença ligada à cabeça”, em suas próprias palavras (CROPPER, 2009, p.144). Mesmo jovem, Faraday tinha problemas de memória e, com o passar do tempo, dores de cabeça e depressão assolaram sua situação. Devido a seus problemas com a saúde, o cientista precisou se distanciar por um tempo de suas pesquisas e análises laboratoriais. &lt;br /&gt;
Entretanto, após receber uma carta de William Thomson, um estudante de Cambridge, Faraday voltou ao laboratório para analisar o que seria uma de suas maiores descobertas. Na carta, Thomson fala sobre um fato já conhecido por Faraday, o efeito de campo elétrico em dielétricos, e especulou se este campo interagiria com a polarização da luz que passasse pelo dielétrico. (CROPPER, 2009, p.144)&lt;br /&gt;
O fenômeno de polarização da luz já era conhecido há anos. Após cerca de dez anos da carta de Thomson, Faraday tentou detectar alguma interferência no plano de polarização de um raio de luz que passasse pelo dielétrico carregado. Entretanto, após várias tentativas modificando o experimento, não obteve sucesso. Porém, ao mudar o campo elétrico por um forte campo magnético, Faraday conseguiu o resultado que esperava.&lt;br /&gt;
Por volta de 1845, Faraday preparou uma série de experiências baseadas em sua análise anterior. No lugar do dielétrico que havia utilizado, ele tentou vários tipos de cristais e vidros diferentes, variou o campo magnético e as posições dos pólos, mas ainda não obteve sucesso como pretendia. Quando ele experimentou utilizar um vidro lead que havia desenvolvido cerca de quinze anos antes, o momento de glória chegou. Em suas próprias palavras, no diário que mantinha em suas experiências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Um pedaço de heavy glass, que tem 2x1,8 polegadas e 0,5 polegada de espessura, sendo um sal de chumbo, polido em suas extremidades foi utilizado. Não houve efeito quando os mesmos pólos magnéticos ou os pólos contrários estavam em lados opostos (utilizando como base os raios de luz polarizada) – nem quando os pólos estavam do mesmo lado, com a corrente constante – MAS, quando os pólos magnéticos opostos estavam do mesmo lado, houve uma interferência produzida na luz polarizada, e então, foi provado que a força magnética e a luz têm uma relação interativa. Este fato, provavelmente provará quão férteis são e o grande valor das investigações de ambas as condições das forças naturais.”'' (CROPPER, 2009, p.145)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, Faraday comprovou a íntima relação entre ondas magnéticas e as ondas de luz, que são minúsculas ondas eletromagnéticas. Estes pequenos circuitos, existência do qual Ampère já sugeria, são interpretados como a rotação dos elétrons em volta do núcleo atômico. Considerando dois átomos idênticos colocados num campo magnético em que um deles gira no sentido horário e outro no anti-horário, um deles vai direcionar a força do átomo diretamente para o centro (sentido horário) e outro fará o contrário, como mostra a figura 2. Então, no primeiro caso, o raio do elétron diminuirá e a freqüência de rotação aumentará, enquanto no segundo caso, ocorrerá o contrário. Este efeito de comportamento atômico entre horário e anti-horário afetará a propagação eletromagnética (luz) através do material em que ela está sendo incidida, ou seja, o resultado do “efeito Faraday”. (GAMOW, 1961, p.148)&lt;br /&gt;
Persuadido pelo resultado que obteve entre a interação destes dois fenômenos naturais, Faraday tentou estabelecer uma relação entre as forças eletromagnéticas e as forças da gravidade. Por volta de 1850, ele escreveu em seu diário: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Gravidade. Certamente esta força deve ser capaz de ter uma relação experimental com a eletricidade, magnetismo e outras forças, que possam ser recíprocas e equivalentes em efeito.”&lt;br /&gt;
''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, ele não conseguiu nenhum resultado positivo com seus experimentos, mas não desistiu de sua teoria, mesmo não tendo nenhuma prova concreta. &lt;br /&gt;
Um século depois outro cientista tentou validar a teoria de Faraday, mas também sem sucesso. Entretanto, assim como Faraday, Albert Einstein faleceu sem ser capaz de cumprir esta tarefa. (GAMOW, 1961, p. 149)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 ⨉ 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 ⨉  10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-09-14T11:32:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Justificativas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
O fato de haver pouca infra-estrutura informatizada na área de Física levou a equipe a utilizar equipamentos simples já desenvolvidos em projetos anteriores para o desenvolvimento do aparato abordado. Assim, unificou-se a habilidade já realizada por outras equipes com a idéia atual, sem a necessidade de redundâncias para o desenvolvimento de tecnologias semelhantes para um mesmo fim, mantendo o objetivo principal possível de ser realizado no tempo disponível para estudo, pesquisa, construção e apresentação bem-sucedida deste projeto.&lt;br /&gt;
Com a realização do aparato, a equipe diminuirá a carência de equipamentos para o estudo e observação de fenômenos relacionados com a matéria de Física IV, podendo, assim, com certa aquisição de recursos financeiros, ser possível a ampliação destes equipamentos, objetivando um menor gasto para a eficiência do ensino da universidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 ⨉ 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 ⨉  10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Qualifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-09-14T11:32:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Objetivos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
O estudo de Física é, sem dúvida, um item necessário para a área de engenharias em geral. Assim como o estudo de outras disciplinas da área das ciências exatas (por exemplo, Cálculo Diferencial e Integral, Álgebra Linear, Geometria Analítica, etc.), o entendimento de Física é essencial para o decorrer das disciplinas avançadas profissionalizantes de cada engenharia, possibilitando, assim, a observação e o estudo de fenômenos aparentemente simples ou inexplicáveis para leigos no assunto. &lt;br /&gt;
A observação de um fenômeno leva o estudante ao aprimoramento da intuição e melhor entendimento do que está estudando, não apenas tendo como base uma bateria de equações aplicáveis para determinadas situações que podem ser confusas e incompatíveis com a lógica obcecada do aluno. Porém, devido à falta de recursos financeiros das instituições públicas e, conseqüentemente, à falta de equipamentos adequados para o detalhamento adequado do estudo de Física, levam o aluno a se acostumar com situações ideais que não condizem necessariamente com a realidade.&lt;br /&gt;
Com base nestes quesitos e na experiência que a equipe teve até agora com o presente curso, aproveitou-se a oportunidade da decorrente disciplina para o desenvolvimento deste projeto. Tendo em vista a precariedade de recursos para adquirir novos e modernos equipamentos para aprimorar o estudo de Física na área de ótica/eletromagnetismo (atual disciplina de Física IV na universidade), surgiu a idéia de desenvolver uma ferramenta de ensino de baixo custo para a observação do efeito Faraday, que consiste na polarização da luz através da interferência de um campo magnético.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 ⨉ 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 ⨉  10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>2010bEquipe09Qualificação</title>
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				<updated>2010-09-14T11:32:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Problemas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;='''Qualificação:''' Introdução=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Problemas==&lt;br /&gt;
O ensino em geral, no Brasil, não recebe o valor que deveria. Talvez seja pela acomodação que tivemos historicamente, onde a primeira fonte de educação para os seres aqui residentes no período colonial consistia apenas em ensino religioso, enquanto no mundo já havia muito estudo científico na época. Isto acarreta um atraso na cultura que já havia sido invadida pelos europeus com seus costumes, e leva a concluir que o tal “ensino” não era para o aprimoramento da intelectualidade dos “alunos”, mas para o domínio de seus senhores. Devido ao fato de o país ser apenas fonte de recursos naturais, o que interessava era mão-de-obra, não a intelectualidade dos “trabalhadores”, assim, passaram-se séculos com essa situação, onde apenas os colonizadores tinham acesso ao ensino de boa qualidade fora do país. A partir do século XX que o ensino científico começou a vigorar no país e as pessoas poderiam ter acesso às poucas universidades que existiam e ao ensino básico, fornecido pelo governo. Porém, ainda não se tinha estrutura adequada para o ensino em massa, quesito que demorou para se adequar.&lt;br /&gt;
Atualmente, vê-se, ainda, que o ensino de qualidade não é para todos. A criminalidade/pobreza interfere em vários casos, talvez pelo fato de as pessoas que a causam/vivem não terem sua afinidade por conhecimento atiçada e, novamente, acomodarem-se na situação em que se encontram. Entretanto, visando àqueles interessados na busca do conhecimento e direcionado aos que ingressam este conhecimento às ciências exatas, particularmente às engenharias, é cabível este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Objetivos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Embasamento Teórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Didática em Experimentos de Física==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Efeito Faraday==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luz é a radiação eletromagnética na estreita banda das frequências de 3,84 ⨉ 10¹⁴ Hz a aproximadamente 7,69 ⨉  10¹⁴ Hz, geralmente produzida pelo rearranjo dos elétrons mais externos dos átomos e moléculas (HECHT, 2002, p. 76). De fato, tratando a luz por este modelo e considerando que se trata de uma onda transversal, ela herda várias características e comportamentos das ondas em geral, entre as quais a polarização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polarização linear da luz consiste no fato de que o seu vetor campo elétrico associado resultante  E e o vetor de propagação k estão sempre em um mesmo plano, denominado plano de polarização (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356). Um facho de luz comum consiste em um grande número de ondas emitidas pelos átomos da fonte de luz. Cada átomo produz uma onda possuindo uma orientação do vetor E particular, que caracteriza a direção da vibração atômica, e seu k; a onda resultante será uma superposição de cada uma dessas ondas, sendo que cada uma vibrará em uma direção independente das outras, produzindo um vetor resultante E variável no tempo. Obtém-se um facho de luz polarizado quando descartamos todas as ondas senão aquelas que possuem um mesmo vetor E (SERWAY et al., 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos atingir este objetivo utilizando um polarizador, que recebe algum tipo de luz na entrada, e devolve luz polarizada de alguma forma na saída – entre polarização linear, circular ou elíptica; estes dispositivos variam em eficácia sendo os menos eficazes chamados de polarizadores parciais (HECHT, 2002, p. 332). O polarizador mais comum utilizado é o Polaroide, descoberto por E. H. Land em 1938, fabricado em folhas finas compostas por hidrocarbonetos de cadeia longa, esticados de tal forma que as moléculas se alinham; após um banho em iodo, essas moléculas tornam-se boas condutoras de eletricidade, passando a absorver seletivamente as ondas de luz em planos de polarização diferentes da orientação das moléculas (SERWAY et al. 2000, p. 1230).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamamos de meio opticamente ativo aquele que é capaz de rotacionar o plano de polarização de uma luz linearmente polarizada (PRESTON; DIETZ, 1991, p. 356); o fenômeno da atividade óptica é extremamente complicado, e apesar de poder ser tratado em termos da Teoria do Eletromagnetismo clássica, na verdade ela requer uma solução no domínio da Mecânica Quântica(HECHT, 2002, p. 363). Apesar de poder ocorrer naturalmente como resultado da característica helicoidal das moléculas do meio, Michael Faraday observou em 1845 que essa propriedade poderia ser induzida no vidro aplicando-se um campo magnético externo paralelo à direção de propagação da onda, o que ficou conhecido como o Efeito Faraday, e pode ser observado em praticamente qualquer meio transparente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Experimento para Demonstração Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Materiais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Montagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Cronograma de Trabalhos=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
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				<updated>2010-09-14T03:08:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Registros */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' Hadryel R. A. Holanda, [[User:Kaya | Kaya S. Abe]], Pedro A. de Borba, [[User:Vfylyk | Vitor M. Fylyk]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/08 a 18/08''' -  Nos comunicamos por email e nos intervalos de aulas com constância, tentando discutir diversas ideias de projetos, entre elas a produção da matriz de LEDs para pesquisa biomédica conforme proposta do prof. Arandi, uma calculadora com mostrador em Braile, um reconhecedor de notas-moeda para cegos, uma aplicação para auxílio de ensino de língua estrangeira, um software para organização dos experimentos e materiais disponíveis no Departamento de Física (também proposta pelo prof. Arandi). Vemos as propostas existentes na Wiki da disciplina, e as ideias já desenvolvidas nos semestres anteriores. Discutindo internamente, chegamos a conclusão que estas ideias não eram de nosso inteiro interesse ou de viabilidade concreta para o momento. Na aula do dia 18, o prof. Merkle nos instiga a produzir uma calculadora simplificada para cegos, com teclas em braile e com disposição de respostas sonora; por ora, refletimos nesta possibilidade, uma vez que a data de entrega da proposta de projeto estava próxima, em uma semana. Neste período, conversamos informalmente com a professora Leyza Dorini, que nos informa que apresentará suas propostas na aula do dia 18/08, quando poderíamos ter uma ideia do que é possível de ser produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''20/08''' - Durante a aula de Física 3, Vitor tem uma ideia para um projeto, que consistia em uma espécie de código óptico em matriz, com bits em três estados ao invés dos tradicionais dois estados; conversando com Pedro durante o horário de almoço, vê-se que a ideia pode ser interessante para o grupo. À tarde, Vitor expõe isso também a Hadryel. No intervalo da tarde deste dia, às 15:30, Vitor vai ao departamento de Informática em busca da professora Leyza, que está ausente. No mesmo dia, às 17:30, Vitor volta ao departamento, mas novamente não encontra a professora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''21/08 a 22/08''' - Vitor desenvolve um pequeno programa para criar o código em matriz randomicamente, para efeitos de demonstração. As imagens resultantes são enviadas por email à prof. Leyza na madrugada do dia 23/08, junto com um texto explicando a proposta, e é encaminhado aos colegas da equipe para uma melhor elucidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''23/08''' - Ao entardecer, a prof. Leyza responde o email enviado, demonstrando interesse em refletir sobre a viabilidade do projeto, dando uma resposta mais firme no dia seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''24/08''' - Vitor e Pedro, de manhã, veem que a prof. Leyza ainda não respondeu ao email. Aproveitando um horário livre, a partir das 10h, vão à procura da professora Leyza; ela sugere que procurem o prof. Hugo Vieira, que teria mais afinidade com a proposta. Vão então em busca do prof. Hugo Vieira, que não está disponível. Percebendo a incerteza deste projeto, vão em busca do professor Arandi para verificar se ele seria pertinente à disciplina de Oficina de Integração 1; o prof. responde que em sua concepção, o projeto seria válido desde que aprovado pela prof. Leyza, candidata à ser orientadora para esta proposta, e que o prof. Hugo Vieira é muito ocupado, ou seja, seria difícil de encontrá-lo. Vitor e Pedro vão então ao CPGEI em busca do prof. Hugo, que não está disponível. Mesmo assim, continuam a procurar o prof. Hugo; vão no intervalo de 12h à 1:50 e não o encontram. Vitor sai em meio à aula de 13:50 à 15:30 para tentar encontrar o prof. Hugo novamente, mas não o encontra. No intervalo de 15:30 a 15:50, Vitor e Kaya redigem um email para a professora Leyza tentando confirmar a possibilidade de prosseguir com esta proposta. Vendo a perigosa proximidade da entrega da proposta e a indefinição acerca do projeto a ser executado, Vitor sai da aula no intervalo entre 15:50 a 17:30 e busca o prof. Arandi novamente para encontrar uma proposta alternativa; não encontra o prof. no departamento de Física, mas vê que ele estará disponível após as 17:30, e que naquele momento estava ministrando aula no bloco E. Durante a aula corrente, Vitor expõe isso à Kaya e Pedro. Kaya sai da mesma aula em busca do prof Hugo, que novamente não é encontrado. Porém, vai novamente em busca da prof. Leyza, que no relato de Kaya, não apresentou confiança em relação à proposta. Pedro então sai da aula e vai ao bloco E em encontro ao prof. Arandi, e combina de reencontrá-lo após as 17:30. Portanto, até às 17:30 deste dia, a equipe não tinha nenhum projeto definido. Pedro e Kaya conversam com o prof. Arandi no momento marcado, e depois de certo tempo de conversa ainda não havia certeza quanto à um projeto viável e de interesse da equipe. Após isso, vão ao encontro de Vitor, que está presente no treinamento para a Maratona de Programação que ocorre das 17:30 às 19:20. Expõem os dois que não obtiveram certeza com o prof. Arandi, mas que poderiam encontrar o prof. Nestor Saavedra na manhã do dia seguinte, que estaria na Universidade por ocasião de uma palestra. Pedro, Vitor e Kaya decidem então se encontrar às 8:20 da manhã seguinte na porta da sala do prof. Nestor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''25/05''' - Vitor, Pedro e Kaya encontram-se na Universidade por volta do horário marcado. Vendo que a palestra do prof. Nestor somente ocorreria por volta de 10h, vão mais uma vez em busca do prof. Hugo, que mais uma vez não está presente. Ficam então à espera do prof. Nestor na porta de onde ocorreria a palestra à qual ele iria atender, no terceiro andar do bloco C. Vendo que eram passadas 10h e que a espera parecia vã, os três descem para o primeiro andar, onde encontram outras equipes também em insucesso quanto à escolha de proposta, que conversam com o prof. Merkle. Pedro e Vitor então aguardam que o prof. Merkle converse com as outras pessoas, enquanto Kaya reexamina as propostas existentes na Wiki da disciplina nos terminais disponíveis no corredor dos blocos A-D. Pedro expõe ao prof. Merkle a situação quando à indecisão da proposta, e pergunta ao prof. quais são as suas propostas. Kaya, Pedro e Vitor seguem então o prof. Merkle até o PPGTE, onde ele expõe suas propostas, e os três decidem por redigir uma das propostas indicadas, a saber, sobre a montagem de um laboratório de informática com fins didáticos. A exposição do prof. Merkle segue até 12h, ou seja, a proposta teria de ser redigida e impressa em 50 minutos; os três seguem então para a biblioteca. Durante a redação da proposta, lembram que o prof. Nestor haveria de expor suas ideias ainda no mesmo dia, na aula, e que seria aberta a possibilidade de rever a proposta entregue neste dia após esta exposição; buscam então nos livros propostas cabíveis à Física, área do prof. Nestor. Encontram o livro &amp;quot;The art of experimental physics&amp;quot;, livro este com inúmeras experiências da área da Física, com um interessante experimento sobre o Efeito Faraday - sendo Vitor e Pedro alunos da Universidade no curso técnico, viram que era um experimento interessante pertinente à disciplina de Física 7 e 8, que não são muito ilustradas experimentalmente, assim como Física 4 para a graduação. Enfim, na aula apresentam a proposta comentada com o prof. Merkle, mas Pedro o adverte no decorrer da aula que poderíamos vir a modificar nossa proposta após a exposição do prof. Nestor. No mesmo dia, nos encontra o prof. Nestor, e propomos a ele que, com sua orientação, montemos o experimento sobre o Efeito Faraday. O prof. demonstra então grande interesse e confirma que faremos este projeto. Na semana corrente, é proposta é refeita para que se adeque ao novo projeto, e o prof. Nestor nos passa alguns documentos referentes à projetos anteriores orientados por ele para a disciplina de Oficinas de Integração, que viriam a ser úteis para este projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''01/09''' - A equipe entrega a nova proposta, e começa a juntar referências e bibliografia para um aprofundamento no assunto da proposta, com vistas a preparar a redação da Qualificação. Kaya encontra alguns artigos referentes ao Efeito Kerr (fenômenos relacionado ao efeito Faraday) e alguns documentos referentes a experimentos já executados. Vitor encontra no portal CAPES alguns artigos sobre campos magnéticos, otimização de efeitos óptico-magnéticos, artigos de história sobre Faraday e seus experimentos entre outros. A equipe elabora um conjunto de itens a serem abordados no trabalho a vir. A prof. Myriam, em rápido aconselhamento à equipe ao fim da aula, considera os tópicos pertinentes, e recomenda como bibliografia adicional o livro &amp;quot;Metodologia de Pesquisa para Ciência da Computação&amp;quot; de Wazlavick.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''04/09''' - Vitor envia ao prof. Nestor um email buscando esclarecer alguns tópicos em relação ao projeto, como a bibliografia recomendada, se os itens escolhidos para a qualificação são satisfatórios e questões relacionadas aos procedimentos práticos do experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''09/09''' - O prof. Nestor, mesmo tendo recentemente chego de viagem, prontamente responde aos questionamentos enviados por email. Mesmo assim, Pedro vai ao departamento de Física na manhã deste dia, e obtém mais esclarecimentos quanto ao experimento. O prof. nos repassa mais artigos, agora relacionados ao ensino de Física, e nos recomenda dois outros livros relacionados ao projeto: Optics, de Hecht e &amp;quot;The essence of Optoelectronics&amp;quot; (K. BOOTH &amp;amp; S. HILL), além das referências sobre o Arduino, para instrumentação. Vitor então empresta o livro Optics, não encontrando o segundo livro.  Deste modo, teríamos referências e esclarecimentos suficientes para inciar a redação da Qualificação. Vitor também busca livro de Wazlawick, recomendado pela prof. Myriam, mas não o encontra na biblioteca. Procurando na Internet, vê que está disponível para compra, o que é inviável no momento. Há a necessidade, portanto, de encontrar esta referência com alguém que já possua o livro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10/09''' - Ao anoitecer, Vitor envia a esquematização de tarefas para a produção da Qualificação. Kaya escreveria a parte introdutória e histórica, Hadryel escreveria a parte didática e educacional quanto à Física, Vitor escreveria sobre a teoria do Efeito Faraday, as questões práticas da montagem do experimento e programaria o cronograma, e Pedro organizaria, revisaria, arrumaria e formataria o documento final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11/09 a 12/09''' - Hadryel, Kaya e Vitor dedicam estes dias a redigir seus tópicos, para que sejam tratados em tempo por Pedro. Enviam suas partes para Pedro, entre as 14h e 16h do dia 12, que inicia sua parte nas tarefas. Na madrugada do dia 13, envia uma prévia do documento para que a equipe faça alguma revisão ou verificação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''13/09''' - Na manhã deste dia, Pedro envia a prévia do documento de Qualificação para o prof. Nestor, para que este possa verificar o trabalho e apontar possíveis erros ou assuntos a serem modificadas. Espera-se que o prof. responda até o próximo dia, quando as alterações necessárias possam ser feitas e o trabalho, fechado. Algumas alterações no decorrer do dia foram realizadas pela equipe com o fim de tornar o documento adequado com a exigência da presente disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Pré-proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
*SERWAY, Raimond A.; BEICHNER, Robert J.; JEWETT, John W. Physics for Scientists and Engineers. 5. ed. [S.l.]: Brooks Cole, 2000.&lt;br /&gt;
*HECHT, Eugene. Optics. 4. ed. [S.l.]: Addison Wesley, 2002.&lt;br /&gt;
*PRESTON, Daryl W.; DIETZ, Eric R. The art of experimental physics. [S.l.] : John Wiley &amp;amp; Sons, 1991.&lt;br /&gt;
*MENEGUELE, Bruno E. de O.; FERREIRA, Fernando P.; LIE, Maiko M. I.  Sensor óptico baseado em Arduíno, adaptado para múltiplos experimentos. 2010. 32 f. Monografia (Disciplina de Oficina de Integração 1) – Departamento Acadêmico de Informática, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2010.&lt;br /&gt;
*ARDUINO. Disponível em: &amp;lt;http://www.arduino.cc&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
*SERIAL LCD TUTORIAL. Disponível em &amp;lt;http://www.arduino.cc/playground/Learning/SerialLCD&amp;gt;. Acesso em: 12 set. 2010.&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud. em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999. Disponível em &amp;lt;http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect&amp;gt;.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
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				<updated>2010-09-12T02:43:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' Hadryel R. A. Holanda, Kaya S. Abe, Pedro A. de Borba, Vitor M. Fylyk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Pré-proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* The Art of Experimental Physics. Daryl W. Preston, Eric R. Dietz; with software by R.H. Goof and Daryl W. Preston. John Wiley &amp;amp; Sons. 1991. &lt;br /&gt;
* Sensor Óptico Baseado Em Arduíno, Adaptado Para Múltiplos Experimentos. MENEGUELE, Bruno Eduardo De Oliveira; FERREIRA ,Fernando Padilha; LIE, Maiko Min Ian.&lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud; [http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect]; em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segundo Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;
==Links Externos==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

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		<title>2010bEquipe09</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' Hadryel R. A. Holanda, Kaya S. Abe, Pedro A. de Borba, Vitor M. Fylyk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Pré-proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* The Art of Experimental Physics. Daryl W. Preston, Eric R. Dietz; with software by R.H. Goof and Daryl W. Preston. John Wiley &amp;amp; Sons. 1991. &lt;br /&gt;
* Sensor Óptico Baseado Em Arduíno, Adaptado Para Múltiplos Experimentos. MENEGUELE, Bruno Eduardo De Oliveira; FERREIRA ,Fernando Padilha; LIE, Maiko Min Ian.&lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud; [http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect]; em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
* BALDINATO, José Otavio; &amp;quot;A Química Segunda Michael Faraday: Um Caso de Divulgação Científica no Século XIX&amp;quot;, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;
==Links Externos==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' Hadryel R. A. Holanda, Kaya S. Abe, Pedro A. de Borba, Vitor M. Fylyk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Pré-proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* The Art of Experimental Physics. Daryl W. Preston, Eric R. Dietz; with software by R.H. Goof and Daryl W. Preston. John Wiley &amp;amp; Sons. 1991. &lt;br /&gt;
* Sensor Óptico Baseado Em Arduíno, Adaptado Para Múltiplos Experimentos. MENEGUELE, Bruno Eduardo De Oliveira; FERREIRA ,Fernando Padilha; LIE, Maiko Min Ian.&lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud; [http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect]; em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists From Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
==Links Externos==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-09-12T01:29:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' Hadryel R. A. Holanda, Kaya S. Abe, Pedro A. de Borba, Vitor M. Fylyk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Pré-proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* The Art of Experimental Physics. Daryl W. Preston, Eric R. Dietz; with software by R.H. Goof and Daryl W. Preston. John Wiley &amp;amp; Sons. 1991. &lt;br /&gt;
* Sensor Óptico Baseado Em Arduíno, Adaptado Para Múltiplos Experimentos. MENEGUELE, Bruno Eduardo De Oliveira; FERREIRA ,Fernando Padilha; LIE, Maiko Min Ian.&lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud; [http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect]; em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
* CROPPER, William H.; &amp;quot;Great Physicists: The Life And Times Of Leading Physicists For Galileo to Hawking&amp;quot;, Oxford University Press Inc., 2001.&lt;br /&gt;
==Links Externos==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Pre-Proposta</id>
		<title>2010bEquipe09Pre-Proposta</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09Pre-Proposta"/>
				<updated>2010-09-12T01:01:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Aparato para Demonstração Didática do Efeito Faraday */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;===Pré-proposta===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração Didática do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
* '''Alunos:'''&lt;br /&gt;
** Hadryel Ruda Acioli Holanda&lt;br /&gt;
** Kaya Sumire Abe&lt;br /&gt;
** Pedro Alberto de Borba&lt;br /&gt;
** Vitor Mota Fylyk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Orientador:''' Prof. Dr. Nestor Cortez Saavedra Filho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Justificativa=&lt;br /&gt;
Visando deixar o ensino de física mais ilustrativo para os alunos, pretendemos montar um experimento sobre o efeito Faraday.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Objetivos=&lt;br /&gt;
A partir dos conhecimentos desenvolvidos pelos alunos já aprovados na disciplina de Oficinas de Integração 1 e dos conhecimentos de física ótica e moderna,  montar aparato prático para visualização didática do efeito Faraday a fim de deixar as aulas de física mais ilustrativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
[1]  Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] The Art of Experimental Physics. Daryl W. Preston, Eric R. Dietz; with software by R.H. Goof and Daryl W. Preston. John Wiley &amp;amp; Sons. 1991. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[4] Sensor Óptico Baseado Em Arduíno, Adaptado Para Múltiplos Experimentos. MENEGUELE, Bruno Eduardo De Oliveira; FERREIRA ,Fernando Padilha; LIE, Maiko Min Ian.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-09-11T01:49:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' Hadryel R. A. Holanda, Kaya S. Abe, Pedro A. de Borba, Vitor M. Fylyk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Pré-proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* The Art of Experimental Physics. Daryl W. Preston, Eric R. Dietz; with software by R.H. Goof and Daryl W. Preston. John Wiley &amp;amp; Sons. 1991. &lt;br /&gt;
* Sensor Óptico Baseado Em Arduíno, Adaptado Para Múltiplos Experimentos. MENEGUELE, Bruno Eduardo De Oliveira; FERREIRA ,Fernando Padilha; LIE, Maiko Min Ian.&lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud; [http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect]; em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
* MARTINEZ, A.S. and MAYNARD, R.; &amp;quot;Faraday Effect and Multiple Scattering Of Light&amp;quot;, França, 1993.&lt;br /&gt;
==Links Externos==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09</id>
		<title>2010bEquipe09</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://dainf.ct.utfpr.edu.br/wiki/index.php/2010bEquipe09"/>
				<updated>2010-09-11T01:08:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Kaya: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Equipe:''' Hadryel R. A. Holanda, Kaya S. Abe, Pedro A. de Borba, Vitor M. Fylyk&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Aparato para Demonstração do Efeito Faraday=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Introdução e Proposta==&lt;br /&gt;
O [http://efisica.if.usp.br/otica/universitario/polarizacao/faraday/ Efeito Faraday] consiste do fenômeno de que quando a maioria dos meios transparentes ou translúcidos estão imersos em um campo magnético, eles são capazes de rotacionar o plano de polarização da luz que passa neste meio perpendicularmente à direção do campo, ou seja, passam a ser opticamente ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos, a partir dos conhecimentos desenvolvidos por alunos que já cumpriram a disciplina de Oficina de Integração 1 e de nossas referências em Física Óptica e Moderna, criar um aparato utilizado para demonstrações em laboratório do Efeito Faraday. Deste modo, principalmente as aulas de Física 4 da UTFPR poderão ser enriquecidas com uma demonstração prática deste fenômeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Justificativa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será um empreendimento que envolverá a pesquisa de metodologias de ensino e também de Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um experimento prático é muito mais passível de tornar os alunos empáticos ao assunto que estão estudando.  Os alunos na visão de cientistas passam  a desenvolver uma intuição sobre o comportamento esperado da prática. A intuição permite que muito do trabalho seja dirigido mais pelo subconsciente do que pelo consciente, trazendo habilidade, destreza e arte à prática científica, porque cada etapa de um experimento não é totalmente lógica e racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intuição e habilidade são adquiridas com experiência direta e concreta com ferramentas materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador de futebol, por exemplo, pode ter nunca estudado o movimento da bola que joga, mas sabe como ela irá se comportar quanto chutada, devido à observação empírica que fez ao longo do tempo de prática; saber algumas fórmulas e equações sozinhas não é a mesma coisa que conhecer Física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Histórico=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Registros=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Documentos=&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Pre-Proposta|'''Pré-proposta''']]&lt;br /&gt;
* [[2010bEquipe09Qualificação|'''Qualificação''']]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Referências=&lt;br /&gt;
* Didáctica da física: perspectivas centradas na natureza da evolução conceitual. António Alberto Silva. Colecção horizontes da didáctica. Edições Asa 1999. 1ª Edição novembro 1999. Porto.&lt;br /&gt;
* Projects and investigations: the practice of physics. Robert E. Vermillion. Macmillan Publishing Company. 1991. &lt;br /&gt;
* The Art of Experimental Physics. Daryl W. Preston, Eric R. Dietz; with software by R.H. Goof and Daryl W. Preston. John Wiley &amp;amp; Sons. 1991. &lt;br /&gt;
* Sensor Óptico Baseado Em Arduíno, Adaptado Para Múltiplos Experimentos. MENEGUELE, Bruno Eduardo De Oliveira; FERREIRA ,Fernando Padilha; LIE, Maiko Min Ian.&lt;br /&gt;
* MANSURIPUR, Masud; [http://www.mmresearch.com/articles/article3/ The Faraday Effect]; em &amp;quot;Optics &amp;amp; Photonics News&amp;quot;, Novembro, 1999.&lt;br /&gt;
* GAMOW, George; &amp;quot;The great physicists from Galileo to Einstein&amp;quot;, Dover Publications, New York (1961). &lt;br /&gt;
==Links Externos==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kaya</name></author>	</entry>

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