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		<title>Wiki DAINF - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<title>IF62J2011b</title>
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				<updated>2011-08-30T20:27:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Blind: /* Projetos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Oficina de Integração 1 - 2011 - 2 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Docentes Participantes===&lt;br /&gt;
* Arandi G. Bezerra Junior (DAFIS);  [http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=7811492311173264 Grupo de pesquisa] email: arandi (na) utfpr pont edu pont br&lt;br /&gt;
* Luiz Ernesto Merkle (DAINF)  [http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=2227304067293085 Grupo de pesquisa] contato: merkle na utfpr pont edu pont br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ementa ===&lt;br /&gt;
* Integração dos conhecimentos de disciplinas de formação básica e profissionalizante obtidos até momento [segundo período]. &lt;br /&gt;
* Aplicação dos conceitos de metodologia científica para o desenvolvimento, em equipes, de um sistema computacional (software) contemplando essa integração.&lt;br /&gt;
* Aplicação dos conceitos de metodologia científica e comunicação e expressão para a elaboração e apresentação oral de relatório final dos resultados do projeto desenvolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Etapas ===&lt;br /&gt;
Esta disciplina trabalha por projetos de trabalho. Neste semestre os projetos terão como tema o suporte computacional aos processos de ensino e aprendizagem de conceitos científicos, tecnológicos, e culturais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha do tema será da equipe, mas o tipo de objeto computacional de ensino aprendizagem e a respectiva documentação e forma de licenciamento é determinado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta liberdade de escolha trás para o estudante maior controle sobre o seu processo de formação, e com isto a responsabilidade por este processo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada equipe deverá:&lt;br /&gt;
* Integrar de 3 a 4 pessoas;&lt;br /&gt;
* Negociar uma orientação e propor um projeto de trabalho em tema correlato, ou vice-versa. &lt;br /&gt;
* Fazer uma proposta formal do projeto, com com a devida orientação e acompanhamento; &lt;br /&gt;
* Iniciar o desenvolvimento do projeto de trabalho e submeter para exame de qualificação documento formal, em LaTeX [http://www.latex-project.org] + bibTeX, ou docbook[http://docbook.org/], alternativamente. &lt;br /&gt;
* Apresentar e defender o projeto em banca de qualificação, com material em beamear[http://en.wikipedia.org/wiki/Beamer_%28LaTeX%29], uma classe LaTeX para apresentações, ou Scribus[http://docs.scribus.net/index.php?lang=en&amp;amp;page=pdfexport4], alternativamente (permite a inclusão de javastripts);&lt;br /&gt;
* Desenvolver o projeto qualificado, sempre com acompanhamento e orientação, e levando em consideração as diretivas da banca de qualificação. O projeto deve incluir biblioteca, código, exemplos e licenças, descritas na próxima seção. &lt;br /&gt;
* Submeter monografia para banca final de defesa de monografia, nos respectivos aplicativos já citados; &lt;br /&gt;
* Apresentar e defender o projeto final. &lt;br /&gt;
* Apresentar a versão final de toda a documentação final conforme observações da banca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Técnicas e ferramentas exigidas === &lt;br /&gt;
* Os relatórios devem ser desenvolvidos em LaTeX ou docbook, e devem ter a assinatura dos/as respectivos/as orientadores/as. &lt;br /&gt;
* Os objetos de aprendizagem devem ser desenvolvidos em plataformas abertas e livres, e de fácil apropriação por professores e estudantes das respectivas áreas. Sugerimos programas em processing[http://www.processing.org]/arduino[http://arduino.cc]/open_frameworks[http://openframeworks.cc], projetos dentro open source physics [http://www.compadre.org/osp/], como o Tracker[http://www.compadre.org/osp/webdocs/Tools.cfm?t=Tracker], e o Easy Java Simulations [http://www.compadre.org/osp/webdocs/Tools.cfm?t=EJS].  Eles serão avaliados quanto a clareza e facilidade de compreensão, uso e apropriação pelas comunidades alvo. &lt;br /&gt;
* Os objetos de ensino aprendizagem devem poder ser executados pela web, via applets, com excessão dos que envolvem aquisição de dados em bancada (vejam tutoriais em processing [], e applets em EJS) e programação em C++. Estes últimos devem incluir site com as devidas explanações de como utilizar os objetos.  &lt;br /&gt;
* Os objetos de ensino aprendizagem devem seguir as melhores práticas de documentação de cada ferramenta explorada.&lt;br /&gt;
* Os objetos de ensino aprendizagem devem vir acompanhados de uma biblioteca de software, devidamente documentada, que facilite seu uso e apropriação. &lt;br /&gt;
* Cada equipe deve desenvolver um respectivo conjunto de exemplos de uso, tendo pelo menos três exemplos devidamente documentados de utilização da biblioteca por cada integrante da equipe.&lt;br /&gt;
* As equipes que optarem pelo desenvolvimento de projetos que envolvam hardware (arduino e similares) devem, além da biblioteca e dos exemplos, ter como saída o desenvolvimento de um escudo (shield) que facilite seu uso e apropriação. &lt;br /&gt;
* Os aplicativos desenvolvidos deverão ser licenciados em licenças livres (documentação em creative commons; software e exemplos em gnu gpl ou lgpl; hardware em TAPR OHL [http://www.tapr.org/ohl.html]ou CERN OHL [http://www.ohwr.org/projects/cernohl/documents]). &lt;br /&gt;
* Os documentos submetidos à qualificação, à defesa, e a versão final devem seguir as normas da ABNT. Sugerimos os templates da SBC, ACM, IEEE e RBF(latex)) &lt;br /&gt;
* Os objetos de ensino aprendizagem desenvolvidos no projeto, devidamente licenciados em licenças livres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Cronograma Resumido ===&lt;br /&gt;
* 10/08/2011 Apresentação da Disciplina. &lt;br /&gt;
* 17/08/2011 Introdução à Metodologia e às Ferramentas de trabalho&lt;br /&gt;
* 24/08/2011 Orientação e acompanhamento de projetos. &lt;br /&gt;
* 31/08/2011 Entrega e defesa das propostas de trabalho em LaTeX (com assinatura do/a orientador/a). &lt;br /&gt;
* 07/09/2011 FERIADO &lt;br /&gt;
* 14/09/2011 Submissão dos relatórios para qualificação.&lt;br /&gt;
* 21/09/2011 Qualificações. &lt;br /&gt;
* 28/10/2011 Qualificações.&lt;br /&gt;
* 05/10/2011 Orientação e acompanhamento de projetos. &lt;br /&gt;
* 12/10/2011 FERIADO &lt;br /&gt;
* 19/10/2011 Orientação e acompanhamento de projetos. &lt;br /&gt;
* 26/10/2011 Orientação e acompanhamento de projetos. &lt;br /&gt;
* 02/11/2011 FERIADO&lt;br /&gt;
* 09/11/2011 Entrega das monografias para defesa (Monografia e Documentação).  &lt;br /&gt;
* 16/11/2011 Defesas. &lt;br /&gt;
* 23/11/2011 Defesas. &lt;br /&gt;
* 30/12/2011 Defesas. &lt;br /&gt;
* 07/12/2011 Reapresentações de Projetos, quando possível e conveniente;&lt;br /&gt;
* 14/12/2011 Resultados e Avaliação da disciplina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Avaliação ===&lt;br /&gt;
A avaliação será feita com base em projetos de trabalho, documentação, exemplos, bibliotecas e escudos, participação em sala, postura ética e crítica, uso de recursos, presença, atenção, e interação em grupo, zelo e respeito, documentações parciais e finais, apresentações, capacidade de articulação escrita e oral.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesos:&lt;br /&gt;
* Proposta:	10%&lt;br /&gt;
* Qualificação:	20%&lt;br /&gt;
* Monografia:	25%&lt;br /&gt;
* Banca Final:	25%&lt;br /&gt;
* Documentação Final: 20%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Porquês ===&lt;br /&gt;
* Por que LaTeX? - Porque várias comunidades em Computação e Matemática utilizam este sistema na preparação de artigos científicos. &lt;br /&gt;
* Por que BibTex? - Porque é precisa saber referenciar com facilidade a literatura utilizada. &lt;br /&gt;
* Por que Beamer? - Porque é uma classe em LaTeX.  &lt;br /&gt;
* Por que DocBook? - Porque têm por base XML e provavelmente será base para web semântica ao ser parcialmente incorporado em HTML 5. &lt;br /&gt;
* Por que Scribus? - Porque permite a inclusão de javascripts nas apresentações, e tem potencial para nestas incluir o tipo de interatividade a desenvolver nos projetos em processing, ejs, etc.&lt;br /&gt;
* Por que processing? - Por que é uma plataforma de prototipação que favorece a apropriação pelas comunidades alvo.&lt;br /&gt;
* Por que openFrameworks? - Por que em algumas situações, no caso de ambientes interativos - processing é muito lento. &lt;br /&gt;
* Por que arduino? - Por que favorece o aprendizado, a prototipação e hoje tem um baixo custo.&lt;br /&gt;
* Por que OSP, EJS e Tracker? - Por que têm vários exemplos de tipos de projetos que temos desenvolvidos nesta disciplina.  &lt;br /&gt;
* Por que a proposição do projeto é da equipe (1)? - Porque uma vez formados, a responsabilidade pela contínua formação em engenharia será de cada profissional, e esta precisa ser exercitada. &lt;br /&gt;
* Por que a proposição do projeto é da equipe (2)? - Porque temos um compromisso com a criatividade e a criticidade. Não queremos formar cidadãos submissos e alienados. &lt;br /&gt;
* Por que licenças livres? - Por que a educação com a qual temos compromisso é pública, e seus resultados e contribuições devem retormar a quem a mantém, a sociedade. &lt;br /&gt;
* É permitido usar outras plataformas? Sim, mas precisam estar em conformidade com o licenciamento livre, com a facilidade de apropriação e de uso em ambientes de ensino/aprendizagem, seja dos objetos, seja da documentação, seja do código/hardware desenvolvidos; e isto precisa ser argumentado e defendido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Projetos de Trabalho - Momentos, Marcos, Argumentos, Memória ===&lt;br /&gt;
Os projetos envolvem diversos aspectos do saber e do fazer acadêmico-científico: escolha circunstanciada do tema, interdisciplinaridade, interação com orientador(es), trabalho em equipe, elaboração de justificativa e textos referenciados, pesquisa bibliográfica, elaboração de artefato, apresentação e argumentação científica;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada estudante se verá envolvido com: &lt;br /&gt;
# A escolha de uma equipe e a negociação de um tema; &lt;br /&gt;
# ''PROPOSTA'': O desenvolvimento de uma proposta e a busca por uma orientação, não necessariamente nesta ordem, mas que resultará em um documento formal, não extenso, devidamente diagramado e referenciado, onde constem seus objetivos iniciais, uma alternativa de estrutura (sumário) e referências básicas. Estes mudarão ao longo do amadurecimento da equipe e do trabalho, podendo passar por um aprofundamento, uma extensão ou inclusive uam reorientação para um outro objeto, quando aquele não se mostra viável. É como ver uma montanha de longe. &lt;br /&gt;
# ''DOCUMENTO PARA QUALIFICAÇÃO'': Um segundo marco ou momento significativo do processo é denomina-se ''qualificação'', que é quando, após um estudo mais aprofundado da literatura de trabalhos similares, do levantamento de alternativas possíveis, re uma apreciação das próprias limitações pessoais, das diferentes qualidades na equipe, e da disponiblidade de recursos de tempo e dedicação, se prepara um documento que aponta para um projeto mais delimitado, com uma forma mais definida, com um objetivo e uma direção na qual se pretende seguir. Para se chegar aí, é necessário concordância de todos/as envolvidos, inclusive da orientação. É como se chegar próximo a uma montanha e começar a ver sua textura, potenciais rotas para a subida, mas ainda sem certeza da trajetória a seguir para se chegar ao cume, ou a uma base de apoio. &lt;br /&gt;
# ''QUALIFICAÇÃO'': A qualificação é um momento onde o ducumento recém preparado é avaliado por um conjunto de professores, não necessariamente apenas os alocados a esta disciplina, onde é apreciado pela turma, e onde aquele mesmo conjunto tem a oportunidade de comentar, questionar, reclamar, elogiar, enaltecer, o trabalho feito e onde a equipe é arguída, quando se espera o devido posicionamento da equipe. É quando se começa a caminhada rumo ao cume, e isto é apreciado por montanhistas mais experientes, mas que não necessariamente já subiram aquela mesma montanha. &lt;br /&gt;
# ''TRABALHO'': Se grande esforço foi feito até então para direcionar o trabalho, a base de apoio, a escolha rota, a partir deste ponto energia, dedicação e sistematicidade são exigidas para se efetivamente subir a montanha, seja por uma via mais conhecida ou por uma mais desafiadora. O que se almeja é a escalada, e o aprendizado que se pode ter dela, chegue-se em um, dois ou três picos, ou em um paredão negativo intransponível com a experiência e os equipamentos adquiridos até então. Deste esforço resultam dois trabalhos, um ligado efetivamente o plano concreto, e que agrega o que foi efetivamente conseguido, e um no plano textual, que permite à equipe publicizar, tornar público e acessível, aquilo que foi feito. Um seria o produto ou processo desenvolvidos ao longo do percurso, o outro a monografia e permite a comunidade/sociedade avaliar ou recuperar tal experiência.  &lt;br /&gt;
# ''DEFESA'': A defesa é muito similar a qualificação. Entretanto, em vez de se apontar para a incerteza do futuro, para uma hipótese, para um interesse ou uma intensão, apresenta-se um documento, como um mapa, conta-se uma história, passível de ser lembrada, que visa servir de apoio para futuros projetos, para futuras comunidades; em nossa metáfora, para futuras escaladas. Neste momento, a equipe e cada uma das pessoas envolvidas deve se posicionar, deve contribuir para esta contação com experiência e seriedade. &lt;br /&gt;
# ''Publicização'': Este processo, que em parte começa na sociedade por necessidade ou interesse (pessoal ou coletivo), é construído sobre os trabalhos anteriores (fundamentação), incorpora uma dimensão empírica e sociocognitiva, retorna a  sociedade, seja mediado por uma pessoa, ou por um conhecimento devidamente gravado em uma suporte material e acessível por algum canal. A monografia é parte deste processo, mas não se resume esgota as possibilidades de desdobramento e nem os garante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Motivação para projetos de trabalho - Brevíssima Introdução ===&lt;br /&gt;
Fernando Hernández, pesquisador espanhol que trabalha com projetos de trabalho já algum tempo, em uma recente publicação (Catadores da Cultura Visual, 2007, Porto Alegre: Mediação) aponta que &amp;quot;o principal problema que hoje enfrentam nossas escolas e universidades é a narrativa dominante sobre a educação na qual se inserem sua dificuldae em mudá-la&amp;quot;. Esta narrativa, o mesmo autor continua, supõe que: &lt;br /&gt;
* a única forma que se tem de agrupar os alunos é por idades; &lt;br /&gt;
* apenas um professor há de trabalhar por vez em cada grupo;&lt;br /&gt;
* os livros-texto são a fonte prioritária do aprendizado; &lt;br /&gt;
* o espaço da sala de aula há de ser fechado para facilitar o controle do grupo; &lt;br /&gt;
* as provas dão conta do que os alunos têm aprendido;&lt;br /&gt;
* separar por disciplinas, como divisões estanques, é a melhor forma de planejar o que se deve ensinar;&lt;br /&gt;
* os horários (fragmentados como uma grade televisiva) são a única maneira de organizar o tempo escolar; &lt;br /&gt;
* o exercício e a repetição são as melhores formas de favorecer o aprendizado; &lt;br /&gt;
* os alunos são uns indolentes e não tem interesse por nada, e que, por isso, há de se separar os melhores do resto; &lt;br /&gt;
* os professores são umas vítimas sofredoras, desamparadas e sem reconhecimento de seu trabalho; &lt;br /&gt;
* as famílias não se responsabilizam pela educação de seus filhos; &lt;br /&gt;
* a escola há de preparar para o amanhã e, especialmente, para ir a universidade; &lt;br /&gt;
* sua função é que os indivíduos se convertam em alunos; (HERNÁNDEZ, 2007, p.11-12)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A disciplina de Oficina de Integração 1 almeja a construção de uma outra alternativa de educação. Desde 2006, quando implantada, temos tido sucesso em constuir uma outra narrativa, com vários professores em sala e muitos mais fora dela, movida pelo interesse de educandos/as e educadores/as, sem provas mas não sem rigor e sistematicidade, que procura integrar disciplinas, apesar das dificuldades. Como professores/as podemos dizer que temos tido o prazer de ter estudantes motivados/as, engajados/as em seus projetos, e que modula suas formações na contemporâneidade. Trabalhamos com profissionais, não com alunos/as. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos de trabalho representam uma alternativa concreta que balisa o diferencial da formação em Engenharia de Computação oferecida por seu Colegiado no Campus Curitiba da UTFPR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta primeira Oficina, de uma série de três seguida dos trabalhos de conclusão de curso, toma como espinha dorsal a sistematicidade de melhores práticas em engenharia, desenvolvidas seja em projetos, em pesquisas, na escrita, na comunicação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Projetos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e-carona&lt;br /&gt;
* Andre Gabriel De Andrade Cassimiro&lt;br /&gt;
* Geanine Inglat&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
equipe &lt;br /&gt;
* Andre Matheus Fedalto&lt;br /&gt;
* Arthur Floriani Martins&lt;br /&gt;
* Gabriela Rosalee Weigert&lt;br /&gt;
* Tarcisio Rupel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
equipe  &lt;br /&gt;
* Anne Carneiro Rocha&lt;br /&gt;
* Estevan Frederico Pasquetta Jantsk&lt;br /&gt;
* Luis Felipe Mazzuchetti Ortiz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
equipe &lt;br /&gt;
Processamento de Imagens&lt;br /&gt;
* Bruno Silva Kinopf&lt;br /&gt;
* Eugenio Guanwen Ng&lt;br /&gt;
* Lucas Minto Maia Souto&lt;br /&gt;
* Nicollas Mocelin Sdroievski&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
equipe &lt;br /&gt;
* Caua Barneze Rocha&lt;br /&gt;
* Gustavo Henrique Mascarenhas Machado&lt;br /&gt;
* Raphael Zagonel Moletta&lt;br /&gt;
* Roger Ricardo Tosin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
equipe  - &lt;br /&gt;
* Elton Masaharu Sato&lt;br /&gt;
* Paulo Henrique Guazzi Rosa&lt;br /&gt;
* Thiago Shoiti Andrade Horita&lt;br /&gt;
* Vitor Hugo Cardoso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
equipe  - &lt;br /&gt;
* Felipe Tissot Tadra&lt;br /&gt;
* Igor Rodrigues Pessoa&lt;br /&gt;
* Luisa Bonin De Oliveira&lt;br /&gt;
* Pedro Henrique Dallacosta De Vergueiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
equipe  -  &lt;br /&gt;
* Felipe Lisboa&lt;br /&gt;
* Icaro Matheus Queiroz Stecker&lt;br /&gt;
* Marlon Bill Santos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Equipe  - &lt;br /&gt;
* Jociane Franzoni De Lima&lt;br /&gt;
* Lucas Penha De Moura&lt;br /&gt;
* Stefany Aoto Rojas Ruiz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Equipe  -  Tecnologia Assistiva&lt;br /&gt;
* Lucas Chociay&lt;br /&gt;
* Lucas De Souza Valiati&lt;br /&gt;
* Mariana Flenik Machado Cabral&lt;br /&gt;
* Paulo Nesello Kunzel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Equipe - Física Moderna (Eletromagnetismo)&lt;br /&gt;
* Alfredo Escobedo Osorio&lt;br /&gt;
* Jorge Fernando Bohner&lt;br /&gt;
* Thiago Passos Schuartz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem equipe - &lt;br /&gt;
#	Cesar Figueiredo Lula&lt;br /&gt;
#	Henrique Simiao Ferreira&lt;br /&gt;
#	Ivan Douglas Martins&lt;br /&gt;
#	Rafael Henrique Zaleski&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Blind</name></author>	</entry>

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